segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Dicas de Etiqueta Empresarial


Ser bem-educado exige algumas atitudes fundamentais. Esmerar-se nas boas maneiras quando tiver que:
· Expressar-se verbalmente: jamais fale palavrões.

· Escrever cartas, cartões, memorandos ou bilhetes: dê sempre um cunho elegante e positivo nos textos.

· Manter amizades: lembre-se de sempre de ser gentil com os amigos e familiares nas datas importantes.

· Respeitar os ausentes: pessoas elegantes não perdem seu tempo com fofocas e comentários sobre a vida alheia.

· Tratar com pessoas socialmente carentes: não desconsiderar os menos favorecidos, tratar a todos com respeito independentemente da hierarquia.

· Conduzir os negócios conservando a ética e a honestidade em suas relações com clientes, empregados fornecedores.

· Dirigir e estacionar o carro: quem é grosseiro no trânsito, certamente será grosseiro em outras situações.


· Ceder espontaneamente o seu lugar para idosos, gestantes ou deficientes físicos.
· Cumprimentar e agradecer os profissionais que o transportaram.

· Entrar ou sair do táxi: cumprimentando o motorista ao embarcar, agradecendo ao sair e não fazendo questão de trocos irrisórios.

· No elevador: sabendo que em seu interior não se fuma, não se conversa nem se fala ao celular. Fundamental é cumprimentar o ascensorista ao entrar e agradecer ao sair.


Ser bem-educado é:

· Adotar práticas corretas de conduta e caráter.

· Cuidar da linguagem corporal, dos gestos, da expressão facial, da postura quando em pé ou sentado.
· Saber sentar, levantar-se, comer, apresentar corretamente as pessoas, usar cartões de visita, cumprimentar, presentear e ser presenteado, pedir licença, agradecer, dizer não, criticar sem ofender, ser pontual, conversar de forma agradável, ser um bom ouvinte e, principalmente, ter autocrítica e perceber quando deve desculpar-se.

Melhore sua Abordagem do Cliente



Como você aborda o seu cliente? Será que você não está o assustando ao invés de ajudá-lo. Sua forma de conduzir a abertura de venda é a mais importante de todo o processo de atendimento, se mal feita, a venda não se dará. Evite perder qualquer possibilidade usando linhas de abertura interessantes, estimulantes e criativas.

Para começar, use uma boa linha de abertura evitando frases já desgastadas, como "Posso ajudá-lo?" Pense bem o percentual de clientes que realmente só está olhando é muito pequeno, todos têm, no fundo, uma intenção de compra. O objetivo de uma boa abordagem é evitar que se estabeleça apenas um relacionamento comercial, ao invés de um relacionamento pessoal, que funciona melhor, quebrando a resistência natural dos clientes em relação aos vendedores. Linhas eficazes de abertura não tem ligação direta com as vendas, é melhor que estimulem uma conversa. Aja de uma forma mais amigável do que ameaçadora, assuma que os clientes não querem que você chegue muito perto, então evite andar em sua direção, qualquer posicionamento seu em frente ao cliente é entendido como invasão de espaço, tente ficar fora de sua rota direta. Clientes preferem vendedores ocupados pois imaginam que não sofrerão pressão de compra, mas o suficientemente disponíveis para responder suas perguntas. Uma maneira eficaz de abordagem é indagar "O que o traz à nossa loja hoje ?", mostrando-se solícito e realmente interessado em saber. Abrevie uma eventual sondagem sobre o cliente deseja, se ele se mostrar muito específico na procura do que quer e seja discreto no oferecimento de outras mercadorias.

E não se esqueça de que a abertura de vendas é a etapa mais importante de todo o processo da venda e a chave para o bom andamento de todo resto do atendimento. Fazendo este primeiro contato eficazmente, você reduz a resistência e desenvolve a capacidade de fazer perguntas de sondagens cada vez mais aprimoradas, que resultem na satisfação do cliente atendido e no bom êxito da sua ação de venda.

Extraido do livro: "Não obrigado. Estou só olhando!"

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Reflexão:Amor na latinha de leite.

Amor na Latinha de Leite
Existem momentos na vida em que alguém toca o seu coração sem perceber a profundidade daquela influência. Quando li este texto anônimo fui movido a AGIR com mais rapidez!!! Espero que você goste também!

"Um fato real...

Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela - um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos: ' vai trabalhar e não amole', ouvia-se detrás da porta; 'aqui não há nada moleque...', dizia outro... As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças...

Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes: 'Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... coitadinhos!' E voltou com uma latinha de leite.

Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos: 'você é mais velho, tome primeiro...e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua'. Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino...! Levava a lata à boca e, fazendo gesto de beber, apertava fortemente os lábios para que por eles não penetrasse uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão: 'Agora é sua vez. Só um pouco.'

E o irmãozinho, dando um grande gole exclamava: 'como está gostoso!'

'Agora eu', dizia o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebia nada. 'Agora você', 'Agora eu', 'Agora você', 'Agora eu'... E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgotava o leite todo... ele sozinho.

Esse 'agora você', 'agora eu' encheram-me os olhos de lágrimas...

E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria... Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem estava habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.

Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, 'quem dá é mais feliz do que quem recebe.' É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que nós lhe prestamos."

Você já encontrou meninos como estes acima? Como você reagiu? Na próxima vez que encontrar uma criança carente pergunte-lhe o seu nome e ofereça algo mais do que uma lata de leite - ofereça um pouco da sua atenção!

Como você poderia hoje encontrar um pouco desta "felicidade" fazendo a vida de alguém melhor, mais "gostosa de ser vivida"? Vamos lá, levante-se e faça o que for necessário!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Reflexão:Dias atuais


"Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre!!!!! "

George Carlin

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

19 dicas para aumentar suas vendas.


1) ORGANIZE-SE PARA SER O MELHOR.
Use um checklist para planejar sua atitude, aparência, reunir informações sobre o cliente, informações sobre os produtos e o ambiente de vendas, de modo que você possa ser o mais profissional em suas vendas.

2) PERCEBA O QUE ESTÁ FUNCIONANDO.
Analise a você mesmo, seus produtos (ou serviços) e sua empresa para conhecer melhor o que está funcionado no momento. Reforce as ações e ferramentas que estão trazendo bons resultados. Aprenda com seus sucessos bem como com seus fracassos.

3) CONHEÇA SUA VANTAGEM COMPETITIVA.
Estude sua empresa e seus produtos em relação ao que seus concorrentes oferecem. Saiba onde e como você se sobressai, e onde sua estratégia está precisando melhorar. Esteja preparado para falar sobre essas comparações a qualquer momento.

4) MELHORE SUAS HABILIDADES EM VENDER,
não apenas o conhecimento sobre seus produtos. Não confie apenas no seu conhecimento sobre um produto para tornar você mais persuasivo. Refine suas habilidades em analisar seus clientes, descrever sua oferta de maneiras cativantes e em fazer perguntas e fechar propostas na hora certa.

5) DIRECIONE SUA ATENÇÃO PARA AQUELES QUE SÃO SEUS MELHORES CLIENTES EM POTENCIAL.
Os melhores clientes possuem um padrão. A maior parte irá se encaixar em um mesmo perfil, então preferencialmente faça sua prospecção com esse tipo de pessoas. Procurar por pessoas com necessidades, circunstâncias e interesses similares faz com que você aumente suas chances de conquistar um novo cliente.

6) SAIBA ANTECIPADAMENTE QUAIS PERGUNTAS FAZER SABENDO QUAIS RESPOSTAS VOCÊ ESPERA OBTER.
Desenvolva uma estratégia de curiosidade. Aprenda a ser curioso sobre coisas que irão aumentar suas chances de realizar uma venda.

7) ANALISE QUEM ESTÁ EM SEU MERCADO.
Crie um perfil do mercado ideal no qual você realiza negócios. Defina com clareza quem são seus possíveis clientes, como eles podem ser alcançados, com o que eles se preocupam, o que eles temem, o que eles lêem, quem eles admiram e muitos outros detalhes. Conheça-os bem.



8) COMPREENDA AS PESSOAS E SUAS SITUAÇÕES.
Desenvolva uma consciência das necessidades psicológicas de seus clientes bem como saiba quais são suas necessidades técnicas. Às vezes um estado emocional tem mais influência sobre a decisão de seu cliente em comprar, do que propriamente uma necessidade técnica.

9) EXPLORE SEU PRÓPRIO QUINTAL.
Mais oportunidades de negócios existem ao seu redor do que você imagina. Procure entre seus amigos, vizinhos, clientes existentes, clientes do passado, colegas e concorrentes por oportunidades que outros menosprezam.



10) PEÇA RECOMENDAÇÕES E INDICAÇÕES.
Conte às pessoas que você conhece como seu cliente ideal se parece. E pergunte quem elas conhecem que se encaixam nesse perfil. Então, peça para que elas o ajudem a entrar em contato com esses clientes em potencial: uma apresentação por telefone, uma carta de recomendação, um almoço, um encontro em algum café, etc.

11) ADMINISTRE SUA REPUTAÇÃO COMO PROFISSIONAL DE VENDAS.
Determine hoje como você quer ser lembrado amanhã. Especifique a reputação que você quer dentro de cada grupo de que você faz parte, e então trabalhe em cima de um plano para construir sua imagem, detalhe por detalhe. Seu sucesso de amanhã depende exclusivamente do seu planejamento.

12) FAÇA A MARCA DE SUA EMPRESA CRESCER.
Faça você e sua empresa conhecidos em seu mercado. Escreva artigos, cartas para revistas, ofereça suporte especializado para repórteres e editores, realize pesquisas de opinião, forneça serviços gratuitos para pessoas importantes, doe seu tempo a causas úteis, coloque sua foto em seu cartão de visitas, compartilhe idéias úteis por e-mail. Crie uma imagem que você é uma autoridade naquilo que faz.

13) CONSTRUA BONS RELACIONAMENTOS.
Não é somente quem você conhece que determina o valor de suas relações; é se aquelas pessoas que o conhecem o consideram como uma fonte de negócios valiosa. Defina quem você precisa conhecer hoje, na próxima semana e no mês que vem. Comece agora a cultivar os relacionamentos e a reputação que irão expandir suas possibilidades.

14) APRENDA A ADMINISTRAR PONTOS DE VISTA.
Metade de seu trabalho é manter você e outras pessoas dentro do mesmo estado de espírito. Cultive sua habilidade de se manter focado nas coisas mais importantes. Torne-se um conciliador e você será respeitado por todos.

15) ADMINISTRE A TENSÃO AO LONGO DO PROCESSO DE VENDAS.
À medida que a tensão aumenta, a confiança diminui. Esteja consciente do fluxo e refluxo de tensão que surge ao longo de uma negociação de vendas. Aprenda a reduzir essa tensão quando ela aparece e aproveite para aumentá-la momentaneamente para adicionar urgência aos momentos decisivos, como o fechamento.

16) APRESENTE-SE SEMPRE COM UMA BOA NOTÍCIA PARA SEUS CLIENTES.
O modo como você é notado por seus clientes determina o quanto de resistência você irá encontrar à medida que realiza suas vendas. Aprenda a projetar um sentimento positivo junto àquelas pessoas com as quais você se comunica. Torne-se um parceiro na resolução de problemas, não um mero vendedor de produtos.

17) PERMANEÇA CONSCIENTE DO SIGNIFICADO DAQUILO QUE VOCÊ FAZ.
Quando uma pessoa não consegue dar um sentido àquilo que faz, ela não coloca muito valor em suas atividades. Escreva em detalhes como seus produtos ou serviços tornam a vida melhor para aqueles que os compram. Leia essa descrição todos os dias rapidamente, para manter em mente a razão que existe por detrás de cada compra. Isso não diz respeito ao ato de comprar simplesmente, mas sim aos benefícios que se obtém com a compra.

18) APRENDA QUANDO E COMO FAZER COM QUE SEU CLIENTE FAÇA UMA COMPRA.
Aprenda a reconhecer sinais de compra, como pedir para que seus produtos sejam comprados por diferentes tipos de pessoas, quando deixar o cliente decidir por ele mesmo, como negociar detalhes e quando desistir. Quem não arrisca não petisca. Mas o modo como você convence seus clientes freqüentemente determina o sucesso ou fracasso de uma venda.

19) CONTE COM CLIENTES FIÉIS.
Saiba como cultivar os clientes dedicados. Torne-se imune a concorrência oferecendo às pessoas mais do que elas esperam. Corresponda a todas as necessidades de seus clientes e seja amigo deles, mesmo quando eles não estão comprando de você. Seja o tipo de pessoa com a qual as pessoas se entusiasmam.

Fonte: Brasil Comercial
Acesse o site: http://www.brasilcomercial.com/

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Reflexão :O menino de meias vermelhas

Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa. Os outros guris zombavam dele, implicavam com as meias vermelhas que ele usava.

Um dia, perguntaram porque o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas.
Ele contou com simplicidade:
- "No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia zombar de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que se me perdesse, bastaria olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela".

Os garotos retrucaram:
- "Você não está num circo! Porque não tira essas meias vermelhas e joga fora?"

Mas o menino das meias vermelhas explicou:
- "É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim vai me encontrar e me levará com ela".

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Como ter uma boa postura profissional.

A Arte de Recepcionar
• Recepcionar, atender e apresentar é uma arte! • A recepção não é somente o lugar por onde passam as pessoas, mas sim o primeiro contato do cliente com a empresa que procurou, cada um com seus interesses próprios. • Receber requer prática e disciplina, carinho com quem se recebe • Não se cumprimenta uma pessoa que acabamos de conhecer com beijos na face. Beijinhos e “tapinhas nas costas” são dispensáveis.
Conversando
Podemos identificar o grau cultural e intelectual de uma pessoa pela maneira a qual ela conversa. Conversar com pessoas inteligentes e que saibam se expressar é indiscutivelmente agradável. Portanto: • Leia sempre jornais e revistas. Atualize-se! • Não exalte o valor próprio; • Não faça fofocas; •Não faça consultas com profissionais liberais fora de seus consultórios ou escritórios; • Não fale demais, aprenda a ouvir, com certeza aprenderá mais; • Fale pausadamente; •Peça licença quando quiser ou precisar interromper a conversa. • O comportamento pode determinar a ação e reação em qualquer situação.
Lembre-se
• A conversa é feita de um diálogo e não um monólogo; • Espere a pessoa concluir o raciocínio, depois faça o seu; • Não fiquei cutucando a pessoa com que conversa, isso sim é um gesto deselegante; • Olhe diretamente para a pessoa que você conversa, pois essa atitude demonstra interesse com quem conversamos e ao mesmo tempo segurançademonstrasegurança. • Não grite! Fale em tom de voz claro e que se faça entender. • Falar corretamente, pausadamente e em tom agradável, é uma questão de praticar e disciplinar a voz. • Como solução digna de quando se esquece o nome da pessoa com quem está falando, peça desculpas e pergunte em tom amável e gentil demonstrando interesse pela pessoa: Perdão ou Desculpe, como é mesmo seu nome? • Como num espelho, a imagem refletida é aquela que a pessoa que recepciona oferece, pode ser pessoalmente ou por telefone. O cliente se sentirá bem vindo de acordo com seu comportamento, por tanto é grande a responsabilidade de quem o recebe.

USO DO TELEFONE
• O Telefone deve ser atendido em no MÁXIMO ao terceiro toque. • Nuca diga ALÔ, informe de onde fala, quem fala e cumprimente. Ex. ABC, Ana Paula , Bom dia! • Sorria também ao telefone, porém evite a euforia • Não use balas, cigarros, ou qualquer coisa que atrapalhe na sua dicção. • Nunca diga um minuto ou “minutinho” e sim, UM MOMENTO. • Tenha sempre a mão, lápis e papel, anote todos os recados e a pessoa quem fala. • Nunca deixe o cliente esperando por muito tempo, dê uma satisfação de tempo em tempos. Atender sempre as pessoas, como gostaria de ser atendida. Considerar a educação, a instrução e o humor de cada um. • Raramente separarmos as expressões verbais das visuais, elas acontecem num movimento contínuo.
Expressões Verbais
Podemos perceber se uma pessoa é (ou está) confiante até mesmo pelo seu modo de falar. Há pessoas que ao falarem não percebem, mas costumam falar alto demais quando se expressam verbalmente. Se você tem esse problema, eduque-se. Pense antes de falar, fale pausadamente e corretamente. Perceba o ambiente e com quem você está falando. Mas também não prenda a voz como se estivesse cochichando, atinja o meio termo. Dê equilíbrio à sua voz. Use sempre: SENHOR SENHORA OBRIGADO POR FAVOR AGUARDE UM MOMENTO POSSO AJUDAR?
Expressões Verbais Proibidas
QUERIDO (A) GÍRIAS LINDO(A) BENZINHO TIO(A) MEU AMOR

Postura Profissional
• Falar sobre postura não se aplica apenas à nossa postura corporal. Nossa atitude social também se encaixa dentro de uma postura: à moral. • É o modo de agir, o conjunto de comportamentos no contato com o cliente em nível impessoal, pois, nossos problemas ou sentimentos não devem interferir na relação recepcionista-cliente. “Nosso Corpo fala por nós.” Requer Ainda: • Manter o bom humor sempre! • Conhecer o serviço prestado! • Ser dedicada, fazer tudo da melhor maneira possível. “Prazer em fazer bem feito”. • É muito difícil aceitarmos nossos defeitos, pois estamos constantemente transformando-os em qualidades. Esta atitude além de se errônea, pode nos afastar de nossos colegas; • As pessoas que não enxergam seus próprios defeitos costumam enxergálos nos outros, como se fosse seu reflexo, causando intrigas e conflitos nos relacionamentos. • Para aprender a conhecer melhor a si mesmo como pessoa; é indispensável que você seja sincero e honesto em seus julgamentos internos (auto-avaliação) • Saiba identificar a hora certa e com quem brincar; • Não tente ser íntimo de quem não lhe permitiu tal atitude fale em seu nome e não em nome de outro(s) •Se você for amigo de um superior, no local de trabalho trate-o profissionalmente, sem intimidades. A hierarquia existe para ser respeitada.
Adequação Comportamental
• Comportamento gera comportamento, atenda sempre com prontidão, presteza, habilidade e delicadeza. • Desculpe-se por qualquer eventualidadeeventualidade! • Use sempre o nome próprio do cliente, pois isso demonstra um tratamento diferenciado! • Se precisar fazer anotações, avise-o. O Cliente deve sentir-se a pessoa mais importante!!! SITUAÇÕES DIFÍCEIS •Mantenha o equilíbrio e a compostura. • Olhe nos olhos, não desvie o olhar. • Não se justifique dizendo: “ A culpa não foi minha!” • Analise e procure a solução mais prática para o caso. “Quando você controla as suas emoções, você é o mestre. Quando as situações te controlam, você é o escravo.” SORRIA SEMPRE!

Apresentação e Aparência
Além de estar com a aparência impecável, é preciso sentir-se seguro para transmitir esta sensação aos passageiros e causar uma boa impressão. É ter os ombros alinhados, as costas eretas, o olhar brilhante, o andar correto, a voz pausada e agradável, a postura polida e ao mesmo tempo firme. A pessoa de sucesso é reconhecida de longe. Não porque tenha um símbolo estampado em si mesma, mas porque sua atitude reflete o sucesso. Por isso é de extrema importância o uso adequado do nosso uniforme, pois além de ser uma identificação da empresa, passamos confiança e credibilidade.
Dicas de Elegância
Vale lembrar que para as mulheres,o uso de uma maquiagem é a complementação perfeita do nosso uniforme : Deve-se usar o mínimo de maquiagem possível, apostar mais em lápis, rímel e batom e utilizar menos pó, corretivo e blush . Com o tempo quente, a pessoa vai suar, a maquiagem derrete e o resultado é ruim. Lápis e rímel deixam um visual bacana e são recomendáveis por não serem tão vulneráveis ao calor. O uso do gel nos cabelos permite um penteado perfeito e permanente. Acessórios discretos demonstram delicadeza e charme. Já para os homens, a elegância se exprime numa barba bem feita, gel nos cabelos, sapatos bem engraxados. Unhas feitas mostram cuidados e higiene.
Dicas que ajudam a mudar a forma de agir na Empresa
1. Aprenda a ouvir. 2. Busque sempre respostas concretas e inovadoras. 3. Tenha sempre em mente o melhor desempenho da equipe. 4. Seja cooperativo. 5. Busque a autodisciplina. 6. Tenha disposição para correr riscos, pois não há nada no mundo que tenha risco zero. Ouse.Dê sempre o melhor de si. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos pelos outros.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O vendedor de morcego morto

Árabes um exemplo de perseverança.


As pessoas se perguntam como conseguir sucesso em vendas?Poderiamos recorrer á vários livros,cursos e etc..


Mas um fato é certo a maioria dos negociantes e vendedores árabes conseguem exito em seus negócios!
Mas qual esse segredo,é feeling,sorte?

Não!lhes digo com propriedade: é perseverança!!

Querendo ou não vivemos em um mundo de comodismo profiisonal,afinal quem nunca ouviu alguem dizer:
Se eu não conseguir aqui eu tento em outro lugar!
E esse tem sido o perfil de várias pessoas, sempre tentando mas,também sempre desistindo!


E tal fato, não poderia acontecer como essas pessoas principalmente os imigrantes pois não tinham opção ,eles tinham que conseguir afinal não seria fácil voltar e as vezes estavam aqui sozinhos sem o apoio de ninguém.
Focaram em seus objetivos e foram trabalhar,na realidade mascatear era assim que eram conhecidos os vendedores de porta em porta naquela época!

Imagine as dificuldades de estar em um país estranho sem saber falar o idioma local, clima,povo costumes diferentes e mesmo assim vender.
Trabalhando e focando sempre sem desistir!

Para estas pessoas só existia a palavra conseguir,conseguir aprender o idioma,conseguir aprender a escrita,conseguir se estabelecer,conseguir vencer.

As vezes é isso que nos falta foco e perseverança, vamos "levando" a nossa vida profissional ,pois mesmo em tempos de crise eu nunca vi um vendedor desempregado e acredito que nem você.
E essa falsa estabilidade profissional nos impede de chegarmos onde queremos até de demonstrar o nosso cem por cento.

Essa experiência só nos mostra que tudo é possível, basta querermos e focarmos em nossos objetivos.
Que também conseguiremos ser vendedores vencedores!


Minha entrevista com Helio Caxias

Clique aqui e confira minha entrevista com Hélio Caxias

Minha entrevista: com Clodoaldo Araújo


Clique aqui e confira minha entrevista com Clodoaldo Araujo

Minha entrevista com Vasile Bacov


Clique aqui e confira minha entrevista com Vasile Bacov

terça-feira, 25 de agosto de 2009

De vendedor a líder de equipe


Algumas vezes, um excelente vendedor é promovido a líder de sua equipe e fracassa na nova função. Acredita-se que a promoção seja um prêmio ao vendedor, mas depois descobre-se que ele não tem as competências e as características necessárias para o novo cargo. O pior é que dificilmente a pessoa consegue voltar à condição anterior e acaba deixando a empresa. Moral da história: perde-se o bom vendedor. Por que isso acontece? Por causa das diferenças naturais existentes entre as duas funções.

São características comuns a um líder de equipe e a um bom vendedor: motivação, empatia, autoconfiança, criatividade, saber ouvir e conversar, bom humor, determinação, persistência e ambição profissional. Além disso, é necessário intuição para descobrir o comportamento do consumidor.

Contudo, um líder de equipe precisa ter características que um bom vendedor nem sempre necessita: visão de futuro, firmeza, imparcialidade, humildade, inteligência acima da média e flexibilidade. Já o bom vendedor precisa de audácia, disposição, paciência e ser comunicativo, pois quando se trata de vendas o resultado é conseqüência direta dos contatos estabelecidos.

A maior motivação do líder são as pessoas, ele só conseguirá os resultados esperados se as influenciar. No caso do vendedor a meta é, obviamente, vender. Geralmente ele é individualista o que será um empecilho para, futuramente, liderar uma equipe.

Não é fácil ser um bom vendedor, assim como não é fácil liderar uma equipe. O ideal é buscar o máximo possível de qualidades e saber as deficiências que precisam ser trabalhadas, buscando ser o melhor profissional possível dentro de sua especialidade.

Antes de promover um vendedor a líder de equipe é vital avaliar suas características e as funções de um líder, para verificar se a pessoa tem o perfil ideal para o cargo, mas sem se esquecer de lhe perguntar se esse é seu desejo. Com isso evita-se o risco de tornar, a curto prazo, um sucesso em fracasso sem retorno.

Conheça algumas das funções de um líder: Definir as tarefas a serem realizadas pela equipe; delegar autoridade e oferecer orientação, sem retirar a responsabilidade pela ação; avaliar, orientar e supervisionar a equipe, controlando os métodos de trabalho e o uso de recursos disponíveis; dar feedback, permitindo o crescimento dos membros da equipe; organizar e definir cargos e responsabilidades; selecionar, desenvolver e integrar os recursos humanos dentro de sua área de atuação; analisar e aprimorar os métodos de distribuição, adequação de níveis de estoque e serviços especiais ao cliente; orientar a equipe para trabalhar em sua ausência e ajudá-la a se tornar o mais auto-suficiente possível; estudar e analisar as condições econômicas e de mercado, os controles governamentais e seus efeitos nas metas da empresa; acompanhar o crescimento e o trabalho de cada membro da equipe, através de relatórios e contatos com os clientes.

Você é feliz no trabalho? Confira os motivos da desmotivação e o que fazer.

Há dias em que você vai para o trabalho satisfeito e motivado. Há outros, porém, em que tudo o que mais queria era ficar em casa. Vez ou outra, é provável que questione se é feliz no emprego. A resposta negativa pode estar muito clara para algumas pessoas. Para outras, é mais difícil responder.

Como, afinal, saber se está feliz no emprego? A consultora de Outplacement da Ricardo Xavier, Flávia Rodrigues, dá a dica: "Perceba se sua motivação, resultados, iniciativa, criatividade e, principalmente, seu equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional continuam no mesmo nível que empregos ou momentos anteriores", diz.

"Se alguns desses pontos, ou pior, todos eles, estiverem aquém de sua expectativa, é hora de parar e avaliar o que está acontecendo, fazer uma reflexão e identificar sua pedra no sapato. Depois disso, tome as ações necessárias para mudar este cenário".

Salário baixo

Ela explica que o salário baixo, ou que não condiz com as responsabilidades e atribuições, pode ser um bom motivo para a infelicidade no trabalho.

"Perceber que sua remuneração não possibilita melhora no padrão de vida e, às vezes, não é suficiente nem para mantê-lo, pode gerar em você uma grande insatisfação. Muitas vezes, esse problema faz com que as pessoas se endividem, criando aí um segundo problema, pois as dívidas podem influenciar a vida pessoal e também o desempenho na empresa".

Resultados da falta de motivação

De acordo com a especialista, a falta de motivação acarreta uma série de problemas, desde desempenho ruim, resultados que não são atingidos, relacionamentos pouco saudáveis e até problemas sérios de saúde.

A infelicidade no trabalho pode ainda trazer outro problema sério: a desilusão com a profissão. Explica-se: há quem escolha ser médico, advogado, professor, entre outras carreiras, por acreditar em determinados ideais e a insatisfação no emprego pode levar as pessoas a desistirem de suas crenças.

O que fazer?

O primeiro passo para resolver o problema, segundo Flávia, é analisar de forma criteriosa o real motivo de sua insatisfação, identificando se o que incomoda está relacionado à atividade em si, ou a características da empresa, ou ainda se tem a ver com seu momento na empresa onde trabalha.

O segundo passo é avaliar se existe a possibilidade de a situação melhorar por sua própria iniciativa ou se dependerá de fatores externos, como alguma mudança importante na empresa em que trabalha. Avalie ainda se tem feito o necessário para solucionar a questão.

Comunicar o chefe de que você está desmotivado é uma boa ideia? Nem sempre. Isso depende muito da cultura organizacional, do perfil do seu gestor e da receptividade dele a esse tipo de feedback, de acordo com a consultora de Outplacement da Ricardo Xavier. "Outro fator de extrema importância é determinar o momento ideal para essa conversa, sentir a situação atual do mercado, da empresa e, principalmente, do seu superior", explica.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Vendedor e Vencedor

Uma das formas mais fáceis de se atingir sucesso é ter muito prazer naquilo que fazemos.

Já foi o tempo em que ser Vendedor era sinonimo de uma atividade menor ou secundária, na qual apenas estavam pessoas com fracas capacidades ou desempregadas. Diziam até que "quem não sabe fazer mais nada ou não tinha qualificações tornava-se um Vendedor".

Atualmente o Vendedor assume um posicionamento próprio e diferenciado no mercado de trabalho. Especializaram o ramo em que trabalham, e recorrem a formação específica onde adquirem competências que vão desde o estudo e treino de técnicas próprias, até à utilização de meios e recursos altamente complexos e variados.

Os Vendedores de alto rendimento tem ainda a preocupação de treinar e melhorar as suas competências relacionais. As atitudes e comportamentos diferenciados e ajustados a um bom atendimento, são os fatores mais decisivos para o sucesso de um Vendedor e estão definitivamente associados ao perfil requerido para esta profissão.

Desta forma, somos atualmente confrontados com uma nova geração de Vendedores. Tratam-se de profissionais altamente motivados, muito bem preparados e com níveis de rendimentos muito acima da média. São especialistas com uma postura e atitude altamente positivas, com uma fortíssima capacidade de resiliência e bastante persistentes e focados em alcançar as suas metas.

O elevado nível de desempenho destes profissionais é determinado por um conjunto de características diferenciadoras, entre as quais se destacam:


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Autonomia, ou seja, uma maior liberdade de ação no desempenho das suas funções. Um Super-Vendedor gosta e sabe ser autonomo no seu dia-a-dia, não necessitando de controle ou apoio permanente.


*
Elevados ganhos - apesar de não ser o único elemento motivador, a maioria dos Vendedores vê esta questão como o fator de atratividade da profissão, pois normalmente é uma atividade comissionada (ou pelo menos em parte). Assim sendo, o vendedor é quem faz o seu ordenado, ou seja, quanto mais vende mais ganha.


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Desafios constantes - Para quem é acomodado e não gosta de percalços, ser vendedor não é a atividade ideal. É própria para quem tem um espírito desafiador, dinâmico e gosta de superar obstáculos.


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Network - A própria atividade propicia a oportunidade de uma extensa rede de relacionamentos, úteis em todos os sentidos.


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Atividade externa - Para quem gosta de fazer visitas, de "estar fora” e de se relacionar com os outros, esta é atividade ideal. Se a sua vocação é ficar no escritório, sentado atrás de uma secretária, esta também não é a sua profissão.


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Evolução constante - A cada dia, a cada contato, a cada visita, a cada venda efetuada ou a cada não recebido, há uma experiência que permite um amadurecimento e aprendizagem constante. De igual forma contribuem para esta evolução as conversas com clientes, os assuntos mundanos, as histórias que ouve e presencia e todos os aspectos ligados ao relacionamento regular com outras pessoas.


Resumindo... Os bons vendedores têm todas estas caracteristicas e ainda outras que poderão ser distintivas dos respectivos desempenhos. Sim.. porque a originalidade associada a todas as outras caracteristica fará com certeza toda a diferença. E os vendedores de excelência orgulham-se de ser de fato diferentes...

A importância da sua empresa ter um Site

Um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo e um mundo globalizado.

O Brasil é o país que apresenta maior crescimento, atualmente, no que toca à usuários de Internet. Relativamente, este crescimento é maior até mesmo que o dos Estados Unidos. Com o aumento da interatividade, segurança e velocidade, aliado à redução dos preços cobrados pelo acesso à rede, a Internet deixou de ser um mero instrumento de pesquisa para tornar-se uma ferramenta de marketing e vendas muito poderosa.

Ter uma página na internet se tornou indispensável para empresas de todos os tamanhos: grande, médio ou pequeno porte. Esta ferramenta possibilita comunicação junto ao seu cliente sobre os seus produtos e serviços, apresentando seus diferenciais. Mas não basta ter um site "bonitinho" e esperar que chova clientes! Pelo contrário, ter um site na internet é apenas o primeiro passo para a empresa que está "engatinhando" no mundo virtual, é o começo de muito trabalho para que essa ferramenta seja utilizada de forma inteligente, que possa corresponder positivamente ao tempo e dinheiro investidos.

Não é mais possível pedir ao "sobrinho de seu amigo que entende de computador" para fazer um site para sua empresa. Um site é a imagem de sua empresa na internet e, assim como você não compareceria à uma reunião de bermuda e camiseta, seu site deve ser o mais bem elaborado possível.

Cerca de 95% das empresas que atualmente estão na internet não obtêm o sucesso esperado. Por quê? Simples: quem o produziu não pensou no público alvo do site, pensou apenas no "design" da página.

Pessoas ligadas a área de comunicação afirmam, hoje, que as empresas que não aderirem logo a esta nova mídia tendem a perder mercado e, no futuro, podem vir a ter seus negócios seriamente prejudicados.

Antes de começar a desenvolver um projeto web, é necessário saber o que seus clientes querem quando entram em seu site, é necessário satisfazê-los, cativá-los para que se sintam seguros em relação a sua empresa, e percebam os valores que a destacam no mercado!

Motivacional:Morte na empresa.

Uma empresa estava em situação difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores e colaboradores estavam desmotivados, os balanços há meses não saiam do vermelho.
Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria assumir nada.
Pelo contrário, o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa. Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa de reverter aquele processo.
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz que dizia:
"Faleceu ontem a pessoa que impedia o crescimento de nossa empresa. Você está convidado a participar do velório na quadra de esportes."
No início todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando o crescimento da empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar um fila indiana. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão a excitação aumentava.
"Quem será que estava atrapalhando o progresso?"
Ainda bem que este infeliz morreu!!! Um a um, os funcionários agitados aproximaram-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam a seco, ficando em absoluto silêncio como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.
Pois bem, certamente você adivinhou que no visor do caixão havia um espelho.
Considerações:
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento; você mesmo.

Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.

Você é a única pessoa que pode prejudicar sua vida.

Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

Não tente achar culpados pelas suas falhas.

E é dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser o artista de sua criação.
O resto são desculpas...


Oração ao Concorrente!!

Bendito sejam meus concorrentes..

Que me fazem levantar mais cedo e render mais o dia.

Que me fazem avivar a inteligência para melhorar meus serviços.

Que me impõe a atividade , pois, se não existissem, eu seria lânguido, incompetente e retrógrado.

Que não dizem minhas virtudes, mas gritam meus defeitos e assim posso corrigir-me.

Que me fazem ver cada cliente um homem a quem devo servir e não explorar, o que faz de cada um meu amigo.

Que me fazem tratar humanamente meus vendedores e funcionários para que se sintam parte da minha empresa e assim trabalhem com mais entusiasmo.

Que, às vezes, me imitam me dando a certeza que estou no caminho certo.

Que, às vezes, me surpreendem com boas idéias, o que me faz lembrar que minha criatividade tem que evoluir a cada dia para eu não ser ultrapassado.

Que, por sua concorrência, me convertem em um fator de progresso e prosperidade para meu país.

Salve meus concorrentes!!!


10 itens para demonstrar como SEO e vendas acabam se tornando sinônimos.


  1. Conheça a sua audiência: Conhecer a audiência significa saber as necessidades de seus usuários e como eles consomem seu produto. Muitas empresas não fazem a menor idéia das palavras e frases que seus consumidores utilizam para classificar ou encontrar seus produtos. Sabendo quem é e como consome fica mais fácil mapear o processo de decisão do consumidor.

  2. Preencha as expectativas: Isso envolve oferecer um ambiente confiável, pessoal e profissional para o seu negócio. Se um internauta utilizar frases específicas para encontrar o seu site e ao chegar no site essas palavras-chave não estiverem representadas causará uma grande frustração ao usuário. Um site precisa preencher, e se possível superar, as expectativas do internauta para obter sucesso.

  3. Conte uma história: De fato, histórias vendem, as pessoas adoram boas histórias. As histórias podem transmitir informações sobre o negócio, podem envolver e construir uma personalidade, conectam pessoas mostrando quem você é. São muito mais atraentes que um site arrojado, contudo frio.

  4. Crie uma necessidade: Muitos sites simplesmente apresentam seus produtos no formato “aqui está”, se você deseja utilizar esse método faça. Contudo, esse método simples e arcaico não funciona se você não for o único a oferecer aquela oportunidade, produto ou serviço. Mesmo depois de preencher alguma necessidade, você continua precisando criar uma necessidade para o produto na cabeça do prospect. Para isso a descrição do produto escrita a partir de palavras-chave relevantes é fundamental para criar uma necessidade ao prospect. Um bom conteúdo mantém o usuário interessado no produto, um usuário que tenha suas expectativas preenchidas ou superadas o ajudará a vender seu produto.

  5. Antecipe as objeções: Uma vez que o internauta identifique seu desejo, existem algumas objeções que podem afasta-lo do seu objetivo; preço, taxas, frete, cores, forma, etc. Uma forma de se antecipar as objeções do internauta é criar um conteúdo claro suficiente para quebrar essa barreira, palavras-chave bem aplicadas podem gerar tráfego para esse conteúdo, muitos consumidores procuram pelas suas objeções. Caso você consiga criar um conteúdo que quebre essas objeções estará aumentando o poder de tráfego e vendas dos seus produtos e aumentando o “long-tail” do site.

  6. Pergunte ao vendedor: Muitas vezes os vendedores colocam toda a sua informação fora do alcance das buscas e dos compradores, ou então posiciona a informação no site e deixa que o consumidor “se vire”. Sem dúvida isso afasta muitos usuários, internautas gostam de um canal de comunicação com o vendedor. Formulários de contatos, reviews de produtos, telefone de contato são elementos importantes que devem estar ao alcance dos usuários. O processo de aquisição de algo deve ser claro, direto e bem explicado para não criar mais uma dificuldade à venda.

  7. Feche com uma ação: Algo bastante similar ao item anterior, o fechamento deve sempre ser executado pelo comprador. A ação é o ponto de conversão; crie um fluxo de ações e conversões que você deseja que o usuário siga no site. Dê peso para essas ações do tipo; primária e secundária. Para finalizar não deixe que a comunicação termine após o usuário preencher um formulário, disponibilize links para outros produtos, artigos, FAQs e etc.

  8. Não contamine a sua água: Essa é uma lição para ser sempre seguida. Depois que você consegue a fidelização do usuário, pare de vender! Não sobrecarregue seus usuários de informação e ofertas. Deixe-o desfrutar o prazer daquela compra, usuário satisfeito sempre retorna. Não é preciso força-lo.

  9. Cale a Boca e escute: Esse é um ponto crítico, vendedores gostam de falar muito. Deixe o usuário a vontade, permita que ele estabeleça o tom da comunicação, deixe-o encontrar o seu caminho. Utilize testes de usabilidade e análise de resultados para certificar que seu site está cumprindo esse papel. Fico impressionado como a maioria dos sites não têm a mínima noção de como os usuários interagem com o seu site. Escute a sua audiência, pare de falar e permita que os usuários informem o que deve melhorar no site. Algumas horas de observação no comportamento de navegação dos seus usuários irá lhe fornecer muitas pistas.

  10. O cliente é rei: Esqueça a tese que o conteúdo e links é quem manda. Como sempre, quem manda é o cliente. Se seu site não reflete essa atitude, comece tudo de novo. A web é uma economia democrática, se um usuário não quiser utilizar seu site ele terá milhões de opções para substituí-lo, gastar seu tempo e dinheiro. Por isso o usuário deve ser tratado como rei, o conteúdo deve ser focado nas suas necessidades e não nas necessidades da sua empresa.

Para concluir: vendas on-line são mais semelhantes as off-line do que se imagina. SEO é uma ação de marketing, facilita que seus prospects encontrem produtos da sua necessidade no seu site. Produto não precisa ser algo tangível, conteúdo também é produto. Quando for pensar em estratégias de otimização faça algumas analogias à vida real. Afinal a tecnologia é um grande auxilio, mas o consumidor continua sendo real e tangível.

Trecho do livro:O vendedor de sonhos.

Livro: O Vendedor de Sonhos

Brasil | World

No mais inspirador dos dias, sexta-feira, cinco da tarde, pessoas apressadas — como de costume — paravam e se aglomeravam num entroncamento central da grande metrópole. Olhavam para o alto, aflitas, no cruzamento da Rua América com a Avenida Europa. O som estridente de um carro de bombeiros invadia os cérebros, anunciando perigo. Uma ambulância procurava furar o trânsito engarrafado para se aproximar do local.
Os bombeiros chegaram com rapidez e isolaram a área, impedindo os espectadores de se aproximar do imponente Edifício San Pablo, pertencente ao grupo Alfa, um dos maiores conglomerados empresariais do mundo. Os cidadãos se entreolhavam, e os transeuntes que chegavam pouco a pouco traziam no semblante uma interrogação. O que estaria acontecendo? Que movimento era aquele? As pessoas apontavam para o alto. No vigésimo andar, num parapeito do belo edifício de vidro espelhado, debruçava-se um suicida. Mais um ser humano queria abreviar a já brevíssima existência. Mais uma pessoa planejava desistir de viver. Era um tempo saturado de tristeza.
Morriam mais pessoas interrompendo a própria vida do que nas guerras e nos homicídios. Os números deixavam atônitos os que refletiam sobre eles. A experiência do prazer havia se tornado larga como um oceano, mas tão rasa quanto um espelho d’água. Muitos privilegiados financeira e intelectualmente viviam vazios, entediados, ilhados em seu mundo. O sistema social assolava não apenas os miseráveis, mas também os abastados.

O suicida do San Pablo era um homem de quarenta anos, face bem torneada, sobrancelhas fortes, pele de poucas rugas, cabelos grisalhos semilongos e bem-tratados. Sua erudição, esculpida por muitos anos de instrução, agora se resumia a pó. Das cinco línguas que falava, nenhuma lhe fora útil para falar consigo mesmo; nenhuma lhe dera condições de compreender o idioma de seus fantasmas interiores. Fora asfixiado por uma crise depressiva. Vivia sem sentido. Nada o encantava. Naquele momento, apenas o último instante parecia atraí-lo. Esse fenômeno monstruoso que costumam chamar de morte parecia tão aterrador… mas era, também, uma solução mágica para aliviar os transtornos humanos. Nada parecia demover aquele homem da idéia de acabar com a própria vida. Ele olhou para cima, como se quisesse se redimir do seu último ato, olhou para baixo e deu dois passos apressados, sem se importar em despencar. A multidão sussurrou de pavor, pensando que ele saltaria. Alguns observadores mordiam os dedos em grande tensão. Outros nem piscavam os olhos, para não perder detalhes da cena — o ser humano detesta a dor, mas tem uma fortíssima atração por ela; rejeita os acidentes, as mazelas e misérias, mas eles seduzem sua retina.
O desfecho daquele ato traria angústia e insônia aos espectadores, mas eles resistiam a abandonar a cena de terror. Em contraste com a platéia ansiosa, os motoristas parados no trânsito estavam impacientes, buzinavam sem parar. Alguns colocavam a cabeça janela afora e vociferavam: “Pula logo e acaba com esse show!”.
Os bombeiros e o chefe de polícia subiram até o topo do edifício para tentar dissuadir o suicida. Não tiveram êxito. Diante do fracasso, um renomado psiquiatra foi chamado às pressas para realizar a empreitada. O médico tentou conquistar a confiança do homem, estimulou-o a pensar nas conseqüências daquele ato… mas nada. O suicida estava farto de técnicas, já havia feito quatro tratamentos psiquiátricos malsucedidos. Aos berros, ameaçava: “Mais um passo e eu pulo!”. Tinha uma única certeza, “a morte o silenciaria”, pelo menos acreditava que sim. Sua decisão estava tomada, com ou sem platéia. Sua mente se fixava em suas frustrações, remoía suas mazelas, alimentava a fervura da sua angústia. Enquanto se desenrolavam esses acontecimentos no alto do edifício, apareceu sorrateiramente um homem no meio da multidão, pedindo passagem. Aparentemente era mais um caminhante, só que malvestido.
Trajava uma camisa azul de mangas compridas desbotada, com algumas manchas pretas. E um blazer preto amassado. Não usava gravata. A calça preta também estava amassada, parecia que não via água há uma semana. Cabelos grisalhos ao redor da orelha, um pouco compridos e despenteados. Barba relativamente longa, sem cortar há algum tempo. Pele seca e com rugas sobressaltadas no contorno dos olhos e nos vincos do rosto, evidenciando que às vezes dormia ao relento. Tinha entre trinta e quarenta anos, mas aparentava mais idade. Não expressava ser uma autoridade política nem espiritual, e muito menos intelectual. Sua figura estava mais próxima de um desprivilegiado social do que de um ícone do sistema.
Sua aparência sem magnetismo contrastava com os movimentos delicados dos seus gestos. Tocava suavemente os ombros das pessoas, abria um sorriso e passava por elas. As pessoas não sabiam descrever a sensação que tinham ao ser tocadas por ele, mas eram estimuladas a abrir-lhe espaço. O caminhante aproximou-se do cordão de isolamento dos bombeiros.
Foi impedido de entrar. Mas, desrespeitando o bloqueio, fitou os olhos dos que o barravam e expressou categoricamente:
— Eu preciso entrar. Ele está me esperando. — Os bombeiros o olharam de cima a baixo e menearam a cabeça.
Parecia mais alguém que precisava de assistência do que uma pessoa útil numa situação tão tensa.
— Qual o seu nome? — indagaram sem pestanejar. — Não importa neste momento! — respondeu firmemente o misterioso homem. — Quem o chamou? — questionaram os bombeiros. — Você saberá! E se demorarem me interrogando, terão de preparar mais um funeral — disse, elevando os olhos. Os bombeiros começaram a suar.
Um tinha síndrome do pânico, outro era insone. A última frase do misterioso homem os perturbou. Ousadamente ele passou por eles. Afinal de contas, pensaram, “talvez seja um psiquiatra excêntrico ou um parente do suicida”.
Chegando ao topo do edifício, foi barrado novamente. O chefe de polícia foi grosseiro. — Parado aí. Você não devia estar aqui. — Disse que ele deveria descer imediatamente.
Mas o enigmático homem fitoulhe os olhos e retrucou:
— Como não posso entrar, se fui chamado? O chefe de polícia olhou para o psiquiatra, que olhou para o chefe dos bombeiros. Faziam sinais um para o outro para saber quem o chamara. Bastaram alguns segundos de distração para que o misterioso malvestido saísse da zona de segurança e se aproximasse perigosamente do homem que estava próximo de seu último fôlego. Quando o viram, não dava mais tempo para interrompê-lo. Qualquer advertência que fizessem contra ele poderia desencadear o acidente, levando o suicida a executar sua intenção. Tensos, preferiram aguardar o desenrolar dos fatos. O homem chegou sem pedir licença e sem se perturbar com a possibilidade de o suicida se atirar do edifício. Pegou-o de surpresa, ficando a três metros dele. Ao perceber o invasor, o outro gritou imediatamente: — Vá embora, senão vou me matar!
O forasteiro ficou indiferente a essa ameaça. Com a maior naturalidade do mundo, sentou-se no parapeito do edifício, tirou um sanduíche do bolso do paletó e começou a comê-lo prazerosamente. Entre uma mordida e outra, assoviava uma música, feliz da vida. O suicida ficou abalado. Sentiu-se desprestigiado, afrontado, desrespeitado em seus sentimentos. Aos berros, clamou: — Pare com essa música. Eu vou me jogar. Intrépido, o estranho homem reagiu: — Você quer fazer o favor de não perturbar meu jantar?! – disse com veemência. E deu mais umas boas mordidas, mexendo as pernas com prazer.
Em seguida, olhou para o suicida e fez um gesto, oferecendo-lhe um pedaço.
Ao ver esse gesto, o chefe de polícia tremulou os lábios, o psiquiatra estatelou os olhos e o chefe dos bombeiros franziu a testa, perplexo.
O suicida ficou sem reação. Pensou consigo: “Não é possível! Achei alguém mais maluco do que eu”.

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