segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Como ter uma boa postura profissional.

A Arte de Recepcionar
• Recepcionar, atender e apresentar é uma arte! • A recepção não é somente o lugar por onde passam as pessoas, mas sim o primeiro contato do cliente com a empresa que procurou, cada um com seus interesses próprios. • Receber requer prática e disciplina, carinho com quem se recebe • Não se cumprimenta uma pessoa que acabamos de conhecer com beijos na face. Beijinhos e “tapinhas nas costas” são dispensáveis.
Conversando
Podemos identificar o grau cultural e intelectual de uma pessoa pela maneira a qual ela conversa. Conversar com pessoas inteligentes e que saibam se expressar é indiscutivelmente agradável. Portanto: • Leia sempre jornais e revistas. Atualize-se! • Não exalte o valor próprio; • Não faça fofocas; •Não faça consultas com profissionais liberais fora de seus consultórios ou escritórios; • Não fale demais, aprenda a ouvir, com certeza aprenderá mais; • Fale pausadamente; •Peça licença quando quiser ou precisar interromper a conversa. • O comportamento pode determinar a ação e reação em qualquer situação.
Lembre-se
• A conversa é feita de um diálogo e não um monólogo; • Espere a pessoa concluir o raciocínio, depois faça o seu; • Não fiquei cutucando a pessoa com que conversa, isso sim é um gesto deselegante; • Olhe diretamente para a pessoa que você conversa, pois essa atitude demonstra interesse com quem conversamos e ao mesmo tempo segurançademonstrasegurança. • Não grite! Fale em tom de voz claro e que se faça entender. • Falar corretamente, pausadamente e em tom agradável, é uma questão de praticar e disciplinar a voz. • Como solução digna de quando se esquece o nome da pessoa com quem está falando, peça desculpas e pergunte em tom amável e gentil demonstrando interesse pela pessoa: Perdão ou Desculpe, como é mesmo seu nome? • Como num espelho, a imagem refletida é aquela que a pessoa que recepciona oferece, pode ser pessoalmente ou por telefone. O cliente se sentirá bem vindo de acordo com seu comportamento, por tanto é grande a responsabilidade de quem o recebe.

USO DO TELEFONE
• O Telefone deve ser atendido em no MÁXIMO ao terceiro toque. • Nuca diga ALÔ, informe de onde fala, quem fala e cumprimente. Ex. ABC, Ana Paula , Bom dia! • Sorria também ao telefone, porém evite a euforia • Não use balas, cigarros, ou qualquer coisa que atrapalhe na sua dicção. • Nunca diga um minuto ou “minutinho” e sim, UM MOMENTO. • Tenha sempre a mão, lápis e papel, anote todos os recados e a pessoa quem fala. • Nunca deixe o cliente esperando por muito tempo, dê uma satisfação de tempo em tempos. Atender sempre as pessoas, como gostaria de ser atendida. Considerar a educação, a instrução e o humor de cada um. • Raramente separarmos as expressões verbais das visuais, elas acontecem num movimento contínuo.
Expressões Verbais
Podemos perceber se uma pessoa é (ou está) confiante até mesmo pelo seu modo de falar. Há pessoas que ao falarem não percebem, mas costumam falar alto demais quando se expressam verbalmente. Se você tem esse problema, eduque-se. Pense antes de falar, fale pausadamente e corretamente. Perceba o ambiente e com quem você está falando. Mas também não prenda a voz como se estivesse cochichando, atinja o meio termo. Dê equilíbrio à sua voz. Use sempre: SENHOR SENHORA OBRIGADO POR FAVOR AGUARDE UM MOMENTO POSSO AJUDAR?
Expressões Verbais Proibidas
QUERIDO (A) GÍRIAS LINDO(A) BENZINHO TIO(A) MEU AMOR

Postura Profissional
• Falar sobre postura não se aplica apenas à nossa postura corporal. Nossa atitude social também se encaixa dentro de uma postura: à moral. • É o modo de agir, o conjunto de comportamentos no contato com o cliente em nível impessoal, pois, nossos problemas ou sentimentos não devem interferir na relação recepcionista-cliente. “Nosso Corpo fala por nós.” Requer Ainda: • Manter o bom humor sempre! • Conhecer o serviço prestado! • Ser dedicada, fazer tudo da melhor maneira possível. “Prazer em fazer bem feito”. • É muito difícil aceitarmos nossos defeitos, pois estamos constantemente transformando-os em qualidades. Esta atitude além de se errônea, pode nos afastar de nossos colegas; • As pessoas que não enxergam seus próprios defeitos costumam enxergálos nos outros, como se fosse seu reflexo, causando intrigas e conflitos nos relacionamentos. • Para aprender a conhecer melhor a si mesmo como pessoa; é indispensável que você seja sincero e honesto em seus julgamentos internos (auto-avaliação) • Saiba identificar a hora certa e com quem brincar; • Não tente ser íntimo de quem não lhe permitiu tal atitude fale em seu nome e não em nome de outro(s) •Se você for amigo de um superior, no local de trabalho trate-o profissionalmente, sem intimidades. A hierarquia existe para ser respeitada.
Adequação Comportamental
• Comportamento gera comportamento, atenda sempre com prontidão, presteza, habilidade e delicadeza. • Desculpe-se por qualquer eventualidadeeventualidade! • Use sempre o nome próprio do cliente, pois isso demonstra um tratamento diferenciado! • Se precisar fazer anotações, avise-o. O Cliente deve sentir-se a pessoa mais importante!!! SITUAÇÕES DIFÍCEIS •Mantenha o equilíbrio e a compostura. • Olhe nos olhos, não desvie o olhar. • Não se justifique dizendo: “ A culpa não foi minha!” • Analise e procure a solução mais prática para o caso. “Quando você controla as suas emoções, você é o mestre. Quando as situações te controlam, você é o escravo.” SORRIA SEMPRE!

Apresentação e Aparência
Além de estar com a aparência impecável, é preciso sentir-se seguro para transmitir esta sensação aos passageiros e causar uma boa impressão. É ter os ombros alinhados, as costas eretas, o olhar brilhante, o andar correto, a voz pausada e agradável, a postura polida e ao mesmo tempo firme. A pessoa de sucesso é reconhecida de longe. Não porque tenha um símbolo estampado em si mesma, mas porque sua atitude reflete o sucesso. Por isso é de extrema importância o uso adequado do nosso uniforme, pois além de ser uma identificação da empresa, passamos confiança e credibilidade.
Dicas de Elegância
Vale lembrar que para as mulheres,o uso de uma maquiagem é a complementação perfeita do nosso uniforme : Deve-se usar o mínimo de maquiagem possível, apostar mais em lápis, rímel e batom e utilizar menos pó, corretivo e blush . Com o tempo quente, a pessoa vai suar, a maquiagem derrete e o resultado é ruim. Lápis e rímel deixam um visual bacana e são recomendáveis por não serem tão vulneráveis ao calor. O uso do gel nos cabelos permite um penteado perfeito e permanente. Acessórios discretos demonstram delicadeza e charme. Já para os homens, a elegância se exprime numa barba bem feita, gel nos cabelos, sapatos bem engraxados. Unhas feitas mostram cuidados e higiene.
Dicas que ajudam a mudar a forma de agir na Empresa
1. Aprenda a ouvir. 2. Busque sempre respostas concretas e inovadoras. 3. Tenha sempre em mente o melhor desempenho da equipe. 4. Seja cooperativo. 5. Busque a autodisciplina. 6. Tenha disposição para correr riscos, pois não há nada no mundo que tenha risco zero. Ouse.Dê sempre o melhor de si. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos pelos outros.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O vendedor de morcego morto

Árabes um exemplo de perseverança.


As pessoas se perguntam como conseguir sucesso em vendas?Poderiamos recorrer á vários livros,cursos e etc..


Mas um fato é certo a maioria dos negociantes e vendedores árabes conseguem exito em seus negócios!
Mas qual esse segredo,é feeling,sorte?

Não!lhes digo com propriedade: é perseverança!!

Querendo ou não vivemos em um mundo de comodismo profiisonal,afinal quem nunca ouviu alguem dizer:
Se eu não conseguir aqui eu tento em outro lugar!
E esse tem sido o perfil de várias pessoas, sempre tentando mas,também sempre desistindo!


E tal fato, não poderia acontecer como essas pessoas principalmente os imigrantes pois não tinham opção ,eles tinham que conseguir afinal não seria fácil voltar e as vezes estavam aqui sozinhos sem o apoio de ninguém.
Focaram em seus objetivos e foram trabalhar,na realidade mascatear era assim que eram conhecidos os vendedores de porta em porta naquela época!

Imagine as dificuldades de estar em um país estranho sem saber falar o idioma local, clima,povo costumes diferentes e mesmo assim vender.
Trabalhando e focando sempre sem desistir!

Para estas pessoas só existia a palavra conseguir,conseguir aprender o idioma,conseguir aprender a escrita,conseguir se estabelecer,conseguir vencer.

As vezes é isso que nos falta foco e perseverança, vamos "levando" a nossa vida profissional ,pois mesmo em tempos de crise eu nunca vi um vendedor desempregado e acredito que nem você.
E essa falsa estabilidade profissional nos impede de chegarmos onde queremos até de demonstrar o nosso cem por cento.

Essa experiência só nos mostra que tudo é possível, basta querermos e focarmos em nossos objetivos.
Que também conseguiremos ser vendedores vencedores!


Minha entrevista com Helio Caxias

Clique aqui e confira minha entrevista com Hélio Caxias

Minha entrevista: com Clodoaldo Araújo


Clique aqui e confira minha entrevista com Clodoaldo Araujo

Minha entrevista com Vasile Bacov


Clique aqui e confira minha entrevista com Vasile Bacov

terça-feira, 25 de agosto de 2009

De vendedor a líder de equipe


Algumas vezes, um excelente vendedor é promovido a líder de sua equipe e fracassa na nova função. Acredita-se que a promoção seja um prêmio ao vendedor, mas depois descobre-se que ele não tem as competências e as características necessárias para o novo cargo. O pior é que dificilmente a pessoa consegue voltar à condição anterior e acaba deixando a empresa. Moral da história: perde-se o bom vendedor. Por que isso acontece? Por causa das diferenças naturais existentes entre as duas funções.

São características comuns a um líder de equipe e a um bom vendedor: motivação, empatia, autoconfiança, criatividade, saber ouvir e conversar, bom humor, determinação, persistência e ambição profissional. Além disso, é necessário intuição para descobrir o comportamento do consumidor.

Contudo, um líder de equipe precisa ter características que um bom vendedor nem sempre necessita: visão de futuro, firmeza, imparcialidade, humildade, inteligência acima da média e flexibilidade. Já o bom vendedor precisa de audácia, disposição, paciência e ser comunicativo, pois quando se trata de vendas o resultado é conseqüência direta dos contatos estabelecidos.

A maior motivação do líder são as pessoas, ele só conseguirá os resultados esperados se as influenciar. No caso do vendedor a meta é, obviamente, vender. Geralmente ele é individualista o que será um empecilho para, futuramente, liderar uma equipe.

Não é fácil ser um bom vendedor, assim como não é fácil liderar uma equipe. O ideal é buscar o máximo possível de qualidades e saber as deficiências que precisam ser trabalhadas, buscando ser o melhor profissional possível dentro de sua especialidade.

Antes de promover um vendedor a líder de equipe é vital avaliar suas características e as funções de um líder, para verificar se a pessoa tem o perfil ideal para o cargo, mas sem se esquecer de lhe perguntar se esse é seu desejo. Com isso evita-se o risco de tornar, a curto prazo, um sucesso em fracasso sem retorno.

Conheça algumas das funções de um líder: Definir as tarefas a serem realizadas pela equipe; delegar autoridade e oferecer orientação, sem retirar a responsabilidade pela ação; avaliar, orientar e supervisionar a equipe, controlando os métodos de trabalho e o uso de recursos disponíveis; dar feedback, permitindo o crescimento dos membros da equipe; organizar e definir cargos e responsabilidades; selecionar, desenvolver e integrar os recursos humanos dentro de sua área de atuação; analisar e aprimorar os métodos de distribuição, adequação de níveis de estoque e serviços especiais ao cliente; orientar a equipe para trabalhar em sua ausência e ajudá-la a se tornar o mais auto-suficiente possível; estudar e analisar as condições econômicas e de mercado, os controles governamentais e seus efeitos nas metas da empresa; acompanhar o crescimento e o trabalho de cada membro da equipe, através de relatórios e contatos com os clientes.

Você é feliz no trabalho? Confira os motivos da desmotivação e o que fazer.

Há dias em que você vai para o trabalho satisfeito e motivado. Há outros, porém, em que tudo o que mais queria era ficar em casa. Vez ou outra, é provável que questione se é feliz no emprego. A resposta negativa pode estar muito clara para algumas pessoas. Para outras, é mais difícil responder.

Como, afinal, saber se está feliz no emprego? A consultora de Outplacement da Ricardo Xavier, Flávia Rodrigues, dá a dica: "Perceba se sua motivação, resultados, iniciativa, criatividade e, principalmente, seu equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional continuam no mesmo nível que empregos ou momentos anteriores", diz.

"Se alguns desses pontos, ou pior, todos eles, estiverem aquém de sua expectativa, é hora de parar e avaliar o que está acontecendo, fazer uma reflexão e identificar sua pedra no sapato. Depois disso, tome as ações necessárias para mudar este cenário".

Salário baixo

Ela explica que o salário baixo, ou que não condiz com as responsabilidades e atribuições, pode ser um bom motivo para a infelicidade no trabalho.

"Perceber que sua remuneração não possibilita melhora no padrão de vida e, às vezes, não é suficiente nem para mantê-lo, pode gerar em você uma grande insatisfação. Muitas vezes, esse problema faz com que as pessoas se endividem, criando aí um segundo problema, pois as dívidas podem influenciar a vida pessoal e também o desempenho na empresa".

Resultados da falta de motivação

De acordo com a especialista, a falta de motivação acarreta uma série de problemas, desde desempenho ruim, resultados que não são atingidos, relacionamentos pouco saudáveis e até problemas sérios de saúde.

A infelicidade no trabalho pode ainda trazer outro problema sério: a desilusão com a profissão. Explica-se: há quem escolha ser médico, advogado, professor, entre outras carreiras, por acreditar em determinados ideais e a insatisfação no emprego pode levar as pessoas a desistirem de suas crenças.

O que fazer?

O primeiro passo para resolver o problema, segundo Flávia, é analisar de forma criteriosa o real motivo de sua insatisfação, identificando se o que incomoda está relacionado à atividade em si, ou a características da empresa, ou ainda se tem a ver com seu momento na empresa onde trabalha.

O segundo passo é avaliar se existe a possibilidade de a situação melhorar por sua própria iniciativa ou se dependerá de fatores externos, como alguma mudança importante na empresa em que trabalha. Avalie ainda se tem feito o necessário para solucionar a questão.

Comunicar o chefe de que você está desmotivado é uma boa ideia? Nem sempre. Isso depende muito da cultura organizacional, do perfil do seu gestor e da receptividade dele a esse tipo de feedback, de acordo com a consultora de Outplacement da Ricardo Xavier. "Outro fator de extrema importância é determinar o momento ideal para essa conversa, sentir a situação atual do mercado, da empresa e, principalmente, do seu superior", explica.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Vendedor e Vencedor

Uma das formas mais fáceis de se atingir sucesso é ter muito prazer naquilo que fazemos.

Já foi o tempo em que ser Vendedor era sinonimo de uma atividade menor ou secundária, na qual apenas estavam pessoas com fracas capacidades ou desempregadas. Diziam até que "quem não sabe fazer mais nada ou não tinha qualificações tornava-se um Vendedor".

Atualmente o Vendedor assume um posicionamento próprio e diferenciado no mercado de trabalho. Especializaram o ramo em que trabalham, e recorrem a formação específica onde adquirem competências que vão desde o estudo e treino de técnicas próprias, até à utilização de meios e recursos altamente complexos e variados.

Os Vendedores de alto rendimento tem ainda a preocupação de treinar e melhorar as suas competências relacionais. As atitudes e comportamentos diferenciados e ajustados a um bom atendimento, são os fatores mais decisivos para o sucesso de um Vendedor e estão definitivamente associados ao perfil requerido para esta profissão.

Desta forma, somos atualmente confrontados com uma nova geração de Vendedores. Tratam-se de profissionais altamente motivados, muito bem preparados e com níveis de rendimentos muito acima da média. São especialistas com uma postura e atitude altamente positivas, com uma fortíssima capacidade de resiliência e bastante persistentes e focados em alcançar as suas metas.

O elevado nível de desempenho destes profissionais é determinado por um conjunto de características diferenciadoras, entre as quais se destacam:


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Autonomia, ou seja, uma maior liberdade de ação no desempenho das suas funções. Um Super-Vendedor gosta e sabe ser autonomo no seu dia-a-dia, não necessitando de controle ou apoio permanente.


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Elevados ganhos - apesar de não ser o único elemento motivador, a maioria dos Vendedores vê esta questão como o fator de atratividade da profissão, pois normalmente é uma atividade comissionada (ou pelo menos em parte). Assim sendo, o vendedor é quem faz o seu ordenado, ou seja, quanto mais vende mais ganha.


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Desafios constantes - Para quem é acomodado e não gosta de percalços, ser vendedor não é a atividade ideal. É própria para quem tem um espírito desafiador, dinâmico e gosta de superar obstáculos.


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Network - A própria atividade propicia a oportunidade de uma extensa rede de relacionamentos, úteis em todos os sentidos.


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Atividade externa - Para quem gosta de fazer visitas, de "estar fora” e de se relacionar com os outros, esta é atividade ideal. Se a sua vocação é ficar no escritório, sentado atrás de uma secretária, esta também não é a sua profissão.


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Evolução constante - A cada dia, a cada contato, a cada visita, a cada venda efetuada ou a cada não recebido, há uma experiência que permite um amadurecimento e aprendizagem constante. De igual forma contribuem para esta evolução as conversas com clientes, os assuntos mundanos, as histórias que ouve e presencia e todos os aspectos ligados ao relacionamento regular com outras pessoas.


Resumindo... Os bons vendedores têm todas estas caracteristicas e ainda outras que poderão ser distintivas dos respectivos desempenhos. Sim.. porque a originalidade associada a todas as outras caracteristica fará com certeza toda a diferença. E os vendedores de excelência orgulham-se de ser de fato diferentes...

A importância da sua empresa ter um Site

Um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas que querem sobreviver em um mercado cada vez mais agressivo e um mundo globalizado.

O Brasil é o país que apresenta maior crescimento, atualmente, no que toca à usuários de Internet. Relativamente, este crescimento é maior até mesmo que o dos Estados Unidos. Com o aumento da interatividade, segurança e velocidade, aliado à redução dos preços cobrados pelo acesso à rede, a Internet deixou de ser um mero instrumento de pesquisa para tornar-se uma ferramenta de marketing e vendas muito poderosa.

Ter uma página na internet se tornou indispensável para empresas de todos os tamanhos: grande, médio ou pequeno porte. Esta ferramenta possibilita comunicação junto ao seu cliente sobre os seus produtos e serviços, apresentando seus diferenciais. Mas não basta ter um site "bonitinho" e esperar que chova clientes! Pelo contrário, ter um site na internet é apenas o primeiro passo para a empresa que está "engatinhando" no mundo virtual, é o começo de muito trabalho para que essa ferramenta seja utilizada de forma inteligente, que possa corresponder positivamente ao tempo e dinheiro investidos.

Não é mais possível pedir ao "sobrinho de seu amigo que entende de computador" para fazer um site para sua empresa. Um site é a imagem de sua empresa na internet e, assim como você não compareceria à uma reunião de bermuda e camiseta, seu site deve ser o mais bem elaborado possível.

Cerca de 95% das empresas que atualmente estão na internet não obtêm o sucesso esperado. Por quê? Simples: quem o produziu não pensou no público alvo do site, pensou apenas no "design" da página.

Pessoas ligadas a área de comunicação afirmam, hoje, que as empresas que não aderirem logo a esta nova mídia tendem a perder mercado e, no futuro, podem vir a ter seus negócios seriamente prejudicados.

Antes de começar a desenvolver um projeto web, é necessário saber o que seus clientes querem quando entram em seu site, é necessário satisfazê-los, cativá-los para que se sintam seguros em relação a sua empresa, e percebam os valores que a destacam no mercado!

Motivacional:Morte na empresa.

Uma empresa estava em situação difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores e colaboradores estavam desmotivados, os balanços há meses não saiam do vermelho.
Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria assumir nada.
Pelo contrário, o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa. Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa de reverter aquele processo.
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz que dizia:
"Faleceu ontem a pessoa que impedia o crescimento de nossa empresa. Você está convidado a participar do velório na quadra de esportes."
No início todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando o crescimento da empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar um fila indiana. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão a excitação aumentava.
"Quem será que estava atrapalhando o progresso?"
Ainda bem que este infeliz morreu!!! Um a um, os funcionários agitados aproximaram-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam a seco, ficando em absoluto silêncio como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.
Pois bem, certamente você adivinhou que no visor do caixão havia um espelho.
Considerações:
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento; você mesmo.

Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.

Você é a única pessoa que pode prejudicar sua vida.

Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

Não tente achar culpados pelas suas falhas.

E é dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser o artista de sua criação.
O resto são desculpas...


Oração ao Concorrente!!

Bendito sejam meus concorrentes..

Que me fazem levantar mais cedo e render mais o dia.

Que me fazem avivar a inteligência para melhorar meus serviços.

Que me impõe a atividade , pois, se não existissem, eu seria lânguido, incompetente e retrógrado.

Que não dizem minhas virtudes, mas gritam meus defeitos e assim posso corrigir-me.

Que me fazem ver cada cliente um homem a quem devo servir e não explorar, o que faz de cada um meu amigo.

Que me fazem tratar humanamente meus vendedores e funcionários para que se sintam parte da minha empresa e assim trabalhem com mais entusiasmo.

Que, às vezes, me imitam me dando a certeza que estou no caminho certo.

Que, às vezes, me surpreendem com boas idéias, o que me faz lembrar que minha criatividade tem que evoluir a cada dia para eu não ser ultrapassado.

Que, por sua concorrência, me convertem em um fator de progresso e prosperidade para meu país.

Salve meus concorrentes!!!


10 itens para demonstrar como SEO e vendas acabam se tornando sinônimos.


  1. Conheça a sua audiência: Conhecer a audiência significa saber as necessidades de seus usuários e como eles consomem seu produto. Muitas empresas não fazem a menor idéia das palavras e frases que seus consumidores utilizam para classificar ou encontrar seus produtos. Sabendo quem é e como consome fica mais fácil mapear o processo de decisão do consumidor.

  2. Preencha as expectativas: Isso envolve oferecer um ambiente confiável, pessoal e profissional para o seu negócio. Se um internauta utilizar frases específicas para encontrar o seu site e ao chegar no site essas palavras-chave não estiverem representadas causará uma grande frustração ao usuário. Um site precisa preencher, e se possível superar, as expectativas do internauta para obter sucesso.

  3. Conte uma história: De fato, histórias vendem, as pessoas adoram boas histórias. As histórias podem transmitir informações sobre o negócio, podem envolver e construir uma personalidade, conectam pessoas mostrando quem você é. São muito mais atraentes que um site arrojado, contudo frio.

  4. Crie uma necessidade: Muitos sites simplesmente apresentam seus produtos no formato “aqui está”, se você deseja utilizar esse método faça. Contudo, esse método simples e arcaico não funciona se você não for o único a oferecer aquela oportunidade, produto ou serviço. Mesmo depois de preencher alguma necessidade, você continua precisando criar uma necessidade para o produto na cabeça do prospect. Para isso a descrição do produto escrita a partir de palavras-chave relevantes é fundamental para criar uma necessidade ao prospect. Um bom conteúdo mantém o usuário interessado no produto, um usuário que tenha suas expectativas preenchidas ou superadas o ajudará a vender seu produto.

  5. Antecipe as objeções: Uma vez que o internauta identifique seu desejo, existem algumas objeções que podem afasta-lo do seu objetivo; preço, taxas, frete, cores, forma, etc. Uma forma de se antecipar as objeções do internauta é criar um conteúdo claro suficiente para quebrar essa barreira, palavras-chave bem aplicadas podem gerar tráfego para esse conteúdo, muitos consumidores procuram pelas suas objeções. Caso você consiga criar um conteúdo que quebre essas objeções estará aumentando o poder de tráfego e vendas dos seus produtos e aumentando o “long-tail” do site.

  6. Pergunte ao vendedor: Muitas vezes os vendedores colocam toda a sua informação fora do alcance das buscas e dos compradores, ou então posiciona a informação no site e deixa que o consumidor “se vire”. Sem dúvida isso afasta muitos usuários, internautas gostam de um canal de comunicação com o vendedor. Formulários de contatos, reviews de produtos, telefone de contato são elementos importantes que devem estar ao alcance dos usuários. O processo de aquisição de algo deve ser claro, direto e bem explicado para não criar mais uma dificuldade à venda.

  7. Feche com uma ação: Algo bastante similar ao item anterior, o fechamento deve sempre ser executado pelo comprador. A ação é o ponto de conversão; crie um fluxo de ações e conversões que você deseja que o usuário siga no site. Dê peso para essas ações do tipo; primária e secundária. Para finalizar não deixe que a comunicação termine após o usuário preencher um formulário, disponibilize links para outros produtos, artigos, FAQs e etc.

  8. Não contamine a sua água: Essa é uma lição para ser sempre seguida. Depois que você consegue a fidelização do usuário, pare de vender! Não sobrecarregue seus usuários de informação e ofertas. Deixe-o desfrutar o prazer daquela compra, usuário satisfeito sempre retorna. Não é preciso força-lo.

  9. Cale a Boca e escute: Esse é um ponto crítico, vendedores gostam de falar muito. Deixe o usuário a vontade, permita que ele estabeleça o tom da comunicação, deixe-o encontrar o seu caminho. Utilize testes de usabilidade e análise de resultados para certificar que seu site está cumprindo esse papel. Fico impressionado como a maioria dos sites não têm a mínima noção de como os usuários interagem com o seu site. Escute a sua audiência, pare de falar e permita que os usuários informem o que deve melhorar no site. Algumas horas de observação no comportamento de navegação dos seus usuários irá lhe fornecer muitas pistas.

  10. O cliente é rei: Esqueça a tese que o conteúdo e links é quem manda. Como sempre, quem manda é o cliente. Se seu site não reflete essa atitude, comece tudo de novo. A web é uma economia democrática, se um usuário não quiser utilizar seu site ele terá milhões de opções para substituí-lo, gastar seu tempo e dinheiro. Por isso o usuário deve ser tratado como rei, o conteúdo deve ser focado nas suas necessidades e não nas necessidades da sua empresa.

Para concluir: vendas on-line são mais semelhantes as off-line do que se imagina. SEO é uma ação de marketing, facilita que seus prospects encontrem produtos da sua necessidade no seu site. Produto não precisa ser algo tangível, conteúdo também é produto. Quando for pensar em estratégias de otimização faça algumas analogias à vida real. Afinal a tecnologia é um grande auxilio, mas o consumidor continua sendo real e tangível.

Trecho do livro:O vendedor de sonhos.

Livro: O Vendedor de Sonhos

Brasil | World

No mais inspirador dos dias, sexta-feira, cinco da tarde, pessoas apressadas — como de costume — paravam e se aglomeravam num entroncamento central da grande metrópole. Olhavam para o alto, aflitas, no cruzamento da Rua América com a Avenida Europa. O som estridente de um carro de bombeiros invadia os cérebros, anunciando perigo. Uma ambulância procurava furar o trânsito engarrafado para se aproximar do local.
Os bombeiros chegaram com rapidez e isolaram a área, impedindo os espectadores de se aproximar do imponente Edifício San Pablo, pertencente ao grupo Alfa, um dos maiores conglomerados empresariais do mundo. Os cidadãos se entreolhavam, e os transeuntes que chegavam pouco a pouco traziam no semblante uma interrogação. O que estaria acontecendo? Que movimento era aquele? As pessoas apontavam para o alto. No vigésimo andar, num parapeito do belo edifício de vidro espelhado, debruçava-se um suicida. Mais um ser humano queria abreviar a já brevíssima existência. Mais uma pessoa planejava desistir de viver. Era um tempo saturado de tristeza.
Morriam mais pessoas interrompendo a própria vida do que nas guerras e nos homicídios. Os números deixavam atônitos os que refletiam sobre eles. A experiência do prazer havia se tornado larga como um oceano, mas tão rasa quanto um espelho d’água. Muitos privilegiados financeira e intelectualmente viviam vazios, entediados, ilhados em seu mundo. O sistema social assolava não apenas os miseráveis, mas também os abastados.

O suicida do San Pablo era um homem de quarenta anos, face bem torneada, sobrancelhas fortes, pele de poucas rugas, cabelos grisalhos semilongos e bem-tratados. Sua erudição, esculpida por muitos anos de instrução, agora se resumia a pó. Das cinco línguas que falava, nenhuma lhe fora útil para falar consigo mesmo; nenhuma lhe dera condições de compreender o idioma de seus fantasmas interiores. Fora asfixiado por uma crise depressiva. Vivia sem sentido. Nada o encantava. Naquele momento, apenas o último instante parecia atraí-lo. Esse fenômeno monstruoso que costumam chamar de morte parecia tão aterrador… mas era, também, uma solução mágica para aliviar os transtornos humanos. Nada parecia demover aquele homem da idéia de acabar com a própria vida. Ele olhou para cima, como se quisesse se redimir do seu último ato, olhou para baixo e deu dois passos apressados, sem se importar em despencar. A multidão sussurrou de pavor, pensando que ele saltaria. Alguns observadores mordiam os dedos em grande tensão. Outros nem piscavam os olhos, para não perder detalhes da cena — o ser humano detesta a dor, mas tem uma fortíssima atração por ela; rejeita os acidentes, as mazelas e misérias, mas eles seduzem sua retina.
O desfecho daquele ato traria angústia e insônia aos espectadores, mas eles resistiam a abandonar a cena de terror. Em contraste com a platéia ansiosa, os motoristas parados no trânsito estavam impacientes, buzinavam sem parar. Alguns colocavam a cabeça janela afora e vociferavam: “Pula logo e acaba com esse show!”.
Os bombeiros e o chefe de polícia subiram até o topo do edifício para tentar dissuadir o suicida. Não tiveram êxito. Diante do fracasso, um renomado psiquiatra foi chamado às pressas para realizar a empreitada. O médico tentou conquistar a confiança do homem, estimulou-o a pensar nas conseqüências daquele ato… mas nada. O suicida estava farto de técnicas, já havia feito quatro tratamentos psiquiátricos malsucedidos. Aos berros, ameaçava: “Mais um passo e eu pulo!”. Tinha uma única certeza, “a morte o silenciaria”, pelo menos acreditava que sim. Sua decisão estava tomada, com ou sem platéia. Sua mente se fixava em suas frustrações, remoía suas mazelas, alimentava a fervura da sua angústia. Enquanto se desenrolavam esses acontecimentos no alto do edifício, apareceu sorrateiramente um homem no meio da multidão, pedindo passagem. Aparentemente era mais um caminhante, só que malvestido.
Trajava uma camisa azul de mangas compridas desbotada, com algumas manchas pretas. E um blazer preto amassado. Não usava gravata. A calça preta também estava amassada, parecia que não via água há uma semana. Cabelos grisalhos ao redor da orelha, um pouco compridos e despenteados. Barba relativamente longa, sem cortar há algum tempo. Pele seca e com rugas sobressaltadas no contorno dos olhos e nos vincos do rosto, evidenciando que às vezes dormia ao relento. Tinha entre trinta e quarenta anos, mas aparentava mais idade. Não expressava ser uma autoridade política nem espiritual, e muito menos intelectual. Sua figura estava mais próxima de um desprivilegiado social do que de um ícone do sistema.
Sua aparência sem magnetismo contrastava com os movimentos delicados dos seus gestos. Tocava suavemente os ombros das pessoas, abria um sorriso e passava por elas. As pessoas não sabiam descrever a sensação que tinham ao ser tocadas por ele, mas eram estimuladas a abrir-lhe espaço. O caminhante aproximou-se do cordão de isolamento dos bombeiros.
Foi impedido de entrar. Mas, desrespeitando o bloqueio, fitou os olhos dos que o barravam e expressou categoricamente:
— Eu preciso entrar. Ele está me esperando. — Os bombeiros o olharam de cima a baixo e menearam a cabeça.
Parecia mais alguém que precisava de assistência do que uma pessoa útil numa situação tão tensa.
— Qual o seu nome? — indagaram sem pestanejar. — Não importa neste momento! — respondeu firmemente o misterioso homem. — Quem o chamou? — questionaram os bombeiros. — Você saberá! E se demorarem me interrogando, terão de preparar mais um funeral — disse, elevando os olhos. Os bombeiros começaram a suar.
Um tinha síndrome do pânico, outro era insone. A última frase do misterioso homem os perturbou. Ousadamente ele passou por eles. Afinal de contas, pensaram, “talvez seja um psiquiatra excêntrico ou um parente do suicida”.
Chegando ao topo do edifício, foi barrado novamente. O chefe de polícia foi grosseiro. — Parado aí. Você não devia estar aqui. — Disse que ele deveria descer imediatamente.
Mas o enigmático homem fitoulhe os olhos e retrucou:
— Como não posso entrar, se fui chamado? O chefe de polícia olhou para o psiquiatra, que olhou para o chefe dos bombeiros. Faziam sinais um para o outro para saber quem o chamara. Bastaram alguns segundos de distração para que o misterioso malvestido saísse da zona de segurança e se aproximasse perigosamente do homem que estava próximo de seu último fôlego. Quando o viram, não dava mais tempo para interrompê-lo. Qualquer advertência que fizessem contra ele poderia desencadear o acidente, levando o suicida a executar sua intenção. Tensos, preferiram aguardar o desenrolar dos fatos. O homem chegou sem pedir licença e sem se perturbar com a possibilidade de o suicida se atirar do edifício. Pegou-o de surpresa, ficando a três metros dele. Ao perceber o invasor, o outro gritou imediatamente: — Vá embora, senão vou me matar!
O forasteiro ficou indiferente a essa ameaça. Com a maior naturalidade do mundo, sentou-se no parapeito do edifício, tirou um sanduíche do bolso do paletó e começou a comê-lo prazerosamente. Entre uma mordida e outra, assoviava uma música, feliz da vida. O suicida ficou abalado. Sentiu-se desprestigiado, afrontado, desrespeitado em seus sentimentos. Aos berros, clamou: — Pare com essa música. Eu vou me jogar. Intrépido, o estranho homem reagiu: — Você quer fazer o favor de não perturbar meu jantar?! – disse com veemência. E deu mais umas boas mordidas, mexendo as pernas com prazer.
Em seguida, olhou para o suicida e fez um gesto, oferecendo-lhe um pedaço.
Ao ver esse gesto, o chefe de polícia tremulou os lábios, o psiquiatra estatelou os olhos e o chefe dos bombeiros franziu a testa, perplexo.
O suicida ficou sem reação. Pensou consigo: “Não é possível! Achei alguém mais maluco do que eu”.

domingo, 23 de agosto de 2009

Reflexão:A importância do perdão.

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o
acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você está todo sujo tambem. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos
.


TREINAMENTO DA FORÇA DE VENDAS.


Uma das principais preocupações dos gerentes de venda é decidir pela melhor forma de melhorar a qualificação técnica da sua força de vendas. E uma das principais dúvidas é como avaliar os resultados de cada treinamento recebido.

Para obter um resultado satisfatório o gerente deve fazer uma avaliação individual de cada um dos seus vendedores ou representantes considerando as três dimensões do trabalho de vendas.
CONHECIMENTOS – Saber o que fazer e porque fazer. HABILIDADES – Saber o que fazer. ATITUDES – Querer fazer.

Ao confrontar a situação individual de cada componente da força de vendas em relação a estes três parâmetros o gerente poderá estabelecer um plano de melhoria individual, para cada vendedor ou representante e um plano coletivo para toda a força de vendas.

Regra básica: “Situações diferentes requerem medidas corretivas diferentes”

Um alerta é necessário: A origem e os paradigmas existentes em relação a função vendas distorcem significativamente uma análise racional sobre as carências e dificuldades dos componentes da força de vendas.

Paradigmas:
“A venda é baseada no bom relacionamento” significa que o vendedor não precisa de conhecimento técnico, basta ter um bom relacionamento com os clientes.

“O vendedor é o único responsável pelo aprendizado”, significa que a empresa se exime da responsabilidade quanto a qualificação da sua força de vendas.

“O bom vendedor já nasce pronto”, faz com as empresas busquem o vendedor ideal e estejam sempre decepcionadas com a equipe atual.

“Vendedor não gosta de ler ou freqüentar treinamento”, é mais uma das crenças que eximem a empresa de investir no aperfeiçoamento da sua força de vendas.

“Vendedor não quer preencher relatórios ou prestar informações”, é verdade, quando os relatórios não são lidos e as informações desconsideradas.

“O vendedor pensa que sabe tudo sobre vendas e o mercado”. Esta crença não passa de auto-defesa perante os questionamento sobre o desempenho de cada vendedor.

Este e outros paradigmas são na verdade desculpas que as empresas e os gerentes de vendas utilizam para não enfrentarem com firmeza e decisão as falhas de desempenho suas e de suas equipes de vendas.
Quando pensamos em treinamento de vendedores ou representantes precisamos identificar em quais áreas existem deficiências necessitando correção.
A função vendas tem se modificado ao longo do tempo. Quer pela maior complexidade do mercado, quer pela exigência dos clientes. Manter um sistema de vendas arcaico e obsoleto é uma das principais razões pelas quais muitas empresas enfrentam dificuldades de sobrevivência.
Para examinar o quanto a sua equipe precisa de treinamento faça a seguinte análise:

CONHECIMENTO – Saber o que fazer e porque fazer.
Liste os conhecimentos necessários para exercer a função de vendas na sua empresa.
Divida os conhecimento em áreas específicas:

Produto: São os conhecimentos necessários para apresentar e demonstrar o produto ou serviço da sua empresa. Em alguns casos o conhecimento é mínimo em outros é altamente qualificado. Quanto mais complexo e caro for o produto/serviço e quanto maior for o ciclo de vendas mais conhecimento técnico será necessário para o vendedor ter sucesso.

De qualquer forma o vendedor precisa saber sempre algumas coisas básicas:
Para produtos:
- Para que serve o produto;
- Características que sustentam os benefícios;
- Comparação com a concorrência;
- Como o produto é fabricado;
- Composição física;
- Conhecer a fábrica;
- Lotes mínimos de produção.

Para serviços:
- Utilidade e aplicação;
- Características que sustentam os benefícios;
- Comparação com a concorrência;
- Como o serviço é entregue e operacionalizado;
- Conhecer a área operacional;
- Conhecer limites e restrições.

Mercado:
- Onde estão localizados os clientes;
- Qual o potencial de compra de cada um deles;
- Como os clientes compram e porque compram;
- Conhecer as objeções quanto aos seus produtos ou serviços;
- Quem compra o produto ou serviço e o que faz com ele;
- Qual a margem de lucro dos revendedores;
- Quais são os principais concorrentes na sua área e por que;
- Ter um plano de participação no seu mercado.

Preço:
- Saber calcular as diversas alternativas de preço da empresa;
- Ter conhecimento para auxiliar o cliente a posicionar o preço;

Técnicas de Venda:
- Dominar as diversas técnicas para cada fase do CICLO DA VENDA
- Prospecção;
- Qualificação;
- Pré-abordagem;
- Abordagem;
- Apresentação do produto ou serviço;
- Demonstração do produto ou serviço;
- Preparação e superação das objeções;
- Negociação;
- Fechamento;
- Pós-venda

Planejamento Pessoal:
- Elaborar os roteiros de visita;
- Prestar informações sobre o mercado e a concorrência;
- Identificar oportunidades de venda;
- Manter registro sobre o histórico de compras dos clientes.

Do conjunto de competências necessárias ao exercício da função vendas o CONHECIMENTO é a mais relevante de todas e é onde há o menor investimento por parte das empresas. Manter uma equipe de vendas cujo principal atributo é a experiência prática significa que estamos imaginando que o futuro será sempre igual ao passado.

HABILIDADES – Saber o que fazer.
Mesmo detendo o conjunto de conhecimentos necessários o profissional de vendas terá um desempenho insatisfatório se não possuir a habilidade/talento de transformar o conhecimento adquirido em ações práticas que resultem numa melhoria de sua performance.

Conhecimento sem habilidade é quase tão inútil quanto habilidade sem conhecimento. No primeiro caso há um desperdício de recursos, pois o conhecimento adquirido não resulta em ações práticas. No segundo, a habilidade sem conhecimento, gera o amadorismo e a improvisação com resultados medianos ou inferiores. Infelizmente uma boa parte dos vendedores agarra-se a sua habilidade momentânea para sobreviver no mercado de trabalho sem investir no seu próprio aperfeiçoamento pessoal adquirindo o conhecimento indispensável à função vendas.

A principal habilidade exigida ao profissional de vendas é a de ordenar seu conhecimento em favor da empresa e do cliente, buscando soluções viáveis de fornecimento e suprindo as necessidades encontradas no mercado.

ATITUDES – Querer fazer.
Dos três pilares da competência a atitude é a única que é inata e pessoal. Não depende de conhecimento nem de habilidade. As pessoas são o que são, pela sua história, caráter e valores pessoais. (*)
O auto conhecimento auxilia cada um, a saber, em que situações têm melhor desempenho e satisfação. Os fatores de motivação pessoal também fazem parte das características pessoais de cada um.
Para a função vendas tudo pode ser ensinado, menos a atitude. Respeito ao cliente e a empresa, disposição para enfrentar desafios, fortaleza para enfrentar salas de espera, clientes difíceis e a concorrência são atributos necessários para atuar em vendas. A persistência, o alto limiar à frustração e a alegria pelo pedido conquistado são características fundamentais para exercer o papel do profissional de vendas.

Muitas organizações desprezam, na hora de contratar, a experiência e os conhecimentos valorizando a ATITUDE como o principal atributo dos candidatos. Fazem esta opção sabedores de que o CONHECIMENTO e as HABILIDADES podem ser desenvolvidas e moldadas internamente conforme a necessidade de cada cargo.
Ao contratar qualquer componente para a sua força de vendas, quer seja para trabalho interno ou externo, leve em conta primeiro a atitude do candidato frente a vida, ao futuro e ao trabalho que desempenha, depois verifique outras características como conhecimento e habilidade.

Um alerta: Ao contratarmos vendedores seguidamente somos induzidos a “comprar uma carteira de clientes” desconsiderando todos os aspectos anteriormente citados, na crença de que aquele candidato é o único responsável pelo seu sucesso de vendas. Feita esta escolha estamos abrindo mão de decidir sobre qual o tipo de profissional de vendas que queremos para a nossa empresa.

Como Organizar uma Palestra

Uma boa palestra, além de um bom palestrante, requer certa organização e preparo.

Água e copos

Palestrantes lubrificam suas gargantas regularmente com água sem gás e sem gelo. Água gelada contrai as cordas vocais e água gasosa causa alguns pequenos desastres.

Ar Condicionado

Por melhor que seja, nenhum palestrante consegue competir com um ar condicionado barulhento e sair vencedor. Verifique antes o local do evento com o ar condicionado funcionando.

Autoridades

Chamar autoridades à mesa um por um, além de anacrônico é um desrespeito ao tempo precioso da platéia. Autoridade já começa na mesa.

Fotografias

Flashes no rosto do palestrante o tornam momentaneamente cego. Como no teatro, não é considerado elegante tirar fotos durante a palestra. Combine para tirar no início.

Local

As melhores palestras acontecem quando há espaço para o palestrante se movimentar entre a platéia.

Imprensa

Muitos organizadores querem ter ampla cobertura da imprensa. Por outro lado, quando um palestrante percebe um jornalista anotando "ipses literis" o que diz, o ritmo da palestra cai instantaneamente para uma fala mais pausada, onde cada palavra é pensada e controlada.

Não é possível dar uma palestra e uma boa entrevista ao mesmo tempo. Separe as duas coisas, dando uma coletiva à imprensa antes do evento, liberando, assim, os jornalistas que precisam voltar correndo às redações.

Luz

Platéias e palestrantes precisam ser muito bem iluminados. O show deve ser sempre o palestrante, nunca suas transparências ou slides. Jamais escureça o palestrante para que a platéia possa ver as transparências ou slides. Platéias no escuro dormem e não ficam atentas.

Nervosismo

Palestrantes normalmente estão tensos antes de uma palestra, acumulam adrenalina necessária para um bom desempenho. Podem não demonstrar, mas estão nervosos. Portanto, luvas de pelica antes da palestra, porque eles reagem como verdadeiras prima-donas.

Depois da palestra, tudo volta ao normal. Pode pedir o que quiser. São boa gente.

Platéia

Sala para 200 pessoas onde só aparecem 120 cria alguns problemas de comportamento. No primeiro sinal de que a sala não irá encher, isole com fita crepe as últimas 5 fileiras, ou tantas quantas forem necessárias obrigando todos a se sentarem juntos e na frente. Caso contrário, as últimas fileiras lotam primeiro, e os retardatários irão atrapalhar seu evento procurando os assentos na frente.

Multimidia e Retroprojetores

Apesar dos avanços eletrônicos com computadores e datashows, às vezes retroprojetores também são a solução. Computadores requerem que se apaguem as luzes, ambiente propício para a platéia cochilar.

Computadores devem vir acoplados com um drive CD, controle remoto ou mouse sem fio e programa PowerPoint. Providenciar uma tomada no púlpito e cabo serial extra para equipamento particular do palestrante.

O retroprojetor deve ter muita luz, 6.000 a 8.000 lúmens, como por exemplo o 3M 9800, 3M 9700, 3M 9550 ou o 3M 9200, nesta ordem de preferência. Limpe o pó acumulado dos vidros, embora um bom palestrante normalmente chega com 1 hora de antecedência para verificar esses detalhes.

A mesa do equipamento deve ser três vezes maior que o aparelho, ou seja deveriam caber três aparelhos lado a lado (tamanho: mais ou menos 2m x 1m).

Reflexão:A caixinha


Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você, paizinho!
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixinha. Todos para você ...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta.

Motivacional:A árvore dos problemas.

Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou.
A serra elétrica quebrou.
Cortou o dedo.
E ao final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
- Porque você tocou na planta antes de entra
r em casa
- Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas.
- Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa.
- Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta Árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.
- E você quer saber de uma coisa
- Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.


sábado, 22 de agosto de 2009

O comportamento que vende


O comportamento que vende

Você atua com o publico?Nada como rever alguns conceitos profissionais, principalmente para quem é vendedor. O seu comportamento vende. Assim, vamos ver qual comportamento nosso vendedor deve ter na hora de vender:

1) Olho no Olho

Geralmente não confiamos muito em quem fala e não nos olha de frente. Nada de desviar o olhar. Olhe no olho do seu cliente. Demonstre confiança. Passe confiança para seu prospect. E se você está aprendendo, uma dica: comece olhando na testa, entre os olhos. Perca o medo e já já você estará olhando diretamente nos olhos do seu cliente e consequentemente passará essa confiança que ele precisa para adquirir algo de você.

2) Rapidez de Raciocínio

Seja ágil em identificar o perfil e a necessidade do cliente. Também procure ser rápido para conhecer o cliente, falando a linguagem dele, no ritmo dele. Se seu cliente fala rápido, fale rápido. Se ele fala devagar, não adianta atropelar. Já imaginou alguém que fale rápido e você vai devagar quase parando? O máximo que você conseguirá é irritar o cliente.

3) Nunca Interromper o Cliente

Deixe o cliente falar. Não queira se sentir o experto, falando muito só para aparecer. Faça perguntas, espere as respostas. Entenda as respostas. Pessoas gostam de falar e serem ouvidas. O próprio cliente compra, se você o deixar falar. Saiba ouvir e entender.

4) Criatividade

Ser criativo é ver o que os outros não vêem, pensar o que ninguém pensou, ou fazer de outra forma o que já caiu na mesmice. Apresente soluções, crie e seja ativo. Busque resolver problemas, nunca passar problemas ao seu cliente.

5) Vibração

Este item deveria ser o primeiro. Não importa o que você diz, mas sim como você diz. O professor Eduardo também nos lembra as máximas da automotivação, declarações que você deve fazer diariamente, antes de ir trabalhar: tenho ótimos clientes, faço ótimas propostas, tenho ótimos produtos, ganho ótima remuneração e trabalho em uma ótima empresa. Passe para o cliente suas crenças positivas. Ela não vai lembrar do que você falou, mas da forma como você falou para ele.

6) Ressaltar benefícios
Ressalte os benefícios do seu produto, não suas características técnicas. As pessoas compram soluções. Fale com seu cliente como ele se beneficiar utilizando aquele produto ou serviço. Faça-o imaginar uma vida melhor – ou um aspecto da vida – com a solução que você apresenta.

7) Ética

Seja ético sempre, jamais minta por si ou por sua empresa. Não prometa o que não irá cumprir. Promessas e ameaças sempre nos são cobradas depois, cuidado. Olhe para o espelho e tenha respeito por você.

8) Seja Persistente, não Insistente

Insistente é o chato, e esse só vende uma vez. Ser persistente é ser criativo, mostrar as mesmas coisas de outro modo, ressaltando diferenciais novos, respeitando seu cliente. O persistente faz pós-venda, interessa-se pelo cliente. O resto, é chatice.

9) Empatia

Ter empatia é sentir o calo no pé do cliente, se você vende sapatos. É se colocar no lugar do cliente, utilizando e se beneficiando do seu produto.Se o cliente perceber que você realmente se interessa pelo problema dele e ele gostar de você nem vai questionar preço. Já o contrário... Pense primeiro em servir ao cliente, colocando-se em seu lugar. A venda é conseqüência.

10) Use as mesmas palavras do cliente

Por mais técnico que seu produto seja, use um linguajar próximo ao que o seu cliente usa. Elimine palavras difíceis. Todos temos nossos vocabulários pessoais. Quando damos aula para principiantes, citamos termos técnicos e explicamos. Mas cliente não é aluno, precisa entender do modo dele como aquele produto ou serviço irá facilitar a sua vida. Ajude-o, usando as mesmas palavras do cliente.

O reverso da adversidade

Vamos a algo incontestável. VOCÊ NÃO PODE DECIDIR "SEMPRE" O QUE OCORRERÁ EM SUA VIDA. Existem fatos extremamente desagradáveis e indesejáveis que simplesmente surgem, nos asolam. Chame-os de adversidades, afinal são contrários, se opõem, são infortúnios. Mas existe uma outra verdade absoluta, e que você talvez saiba, mas não tem praticado: VOCÊ SEMPRE PODERÁ DECIDIR "COMO" PASSARÁ POR QUALQUER UM DESSES FATOS. É isso mesmo: Deus te deu opoder de tomar decisões sobre como encarar, enfrentar o que se põe à tua frente. A isso damos o nome de atitude.

Bem, introdução feita, ora de mergulhar e tratar um pouco sobre adversidades na vida, e sua postura diante delas. Antes dos meus comentários, seguem abaixo quatro citações clássicas sobre a adversidade, que com certeza você não vai encontrar chances de se postar adverso.

1) "A adversidade desperta em nós capacidades que, em circusntâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas", Horácio.


2) "A pedra preciosa não pode ser polida sem fricção, nem o homem pode ser aperfeiçoado sem a adversidade", Provérbio chinês.


3) "Ainda não encontrei homem algum bem-sucedido na vida que não houvesse, antes, sofrido derrotas temporárias. Toda vez que um homem as supera, torna-se mental e espiritualmente mais forte. É assim que aprendemos o que devemos à grande lição da adversidade", Andrew Carnegie.


4) "É curioso como as contrariedades afetam de maneira diferente as pessoas. Elas são como o calor, que azeda o leite, mas adoça as maçãs", Thomas Edson.


A última citação acima, de Edson, seria mais que suficiente para nos apresentar o caminhao que deveríamos tomar diante das adversidades. Na verdade, a adversidade é um ponto inicial de uma bifurcação de nossa estrada de vida. As adversidades sempre nos fazem parar nossa caminhada. O que não dá para fazer é ficar parado diante dela, pensando em qual estrada tomar. Você tem que avançar por uma das duas estradas que surgem diante de você. A vida não pára, nem você. E que estradas são estas? Uma é a lamentação e autocomiseração. A outra é a da esperança e renovação. Tem gente que diante da adversidade reclama. Tem gente que proclama. Que tipo de gente é você? Você se azeda, ou se adoça?

Bem, aqui vão algumas dicas básicas de como agir diante da adversidade. Nada de fórmulas ou receitas de bolo, hein. Cada caso é um caso, cada pessoa um mundo. Portanto, vamos olhar para o proposto como princípios. Vamos?


a) PARE. Aconteceu algo? Então, calma! Dê tempo para refletir sobre os fatos, veja a visão dos outros. Se necessário chore, derrame suas lágrimas. Não bloqueie suas emoções. Isso faz um mal terrível. Mas não aja! Essa não é a hora. Faça como o apóstolo Paulo, que disse aos Efésios: "Irai-vos, mas não pequeis". Ou seja, sinta, mas não aja no sentimento.


b) ATITUDE POSITIVA. Não, nada de negar os fatos, nada de maquiá-los, dizendo que a morte de seu ente querido, ou sua demissão foram algo bom, maravilhoso. Ridículo, mentira! Sua mente jamais vai aceitar isso. Mas, ao mesmo tempo, você deve começar a se perguntar: o que posso tirar de bom desse fato ruim? O que posso aprender desta lição? Lembre-se da música: "Vivendo e aprendendo a jogar...nem sempre ganhando, nem sempre perdendo... mas, aprendendo a jogar".


c) AJA. Você somente sairá mais forte da situação se você der seqüência aos pensamentos positivos que cultivar em sua mente. Semente boa, em terra boa, só realmente é boa se der fruto bom. Por isso, frutifique em sua própria existência. Em síntese, viva as conclusões que chegou, as decisões que tomou: "Vou deixar de..."; "vou passar a..."; "vou começar hoje!"


Fique certo de uma coisa: A adversidade parece uma moeda de duas faces. Você decide qual das duas colocar para cima. Elas sempre andarão juntas. Mas somente uma brilhará ao sol. Exatametne a que você escolher. ESCOLHA!

A Meta de venda compromete o profissionalismo?

É comum ouvir-se de muitos vendedores que gostariam de agir com mais profissionalismo, mas por pressão das altas metas de vendas impostas por suas empresas são obrigados a vender de qualquer jeito. Reconhecem que não estão agindo corretamente, vendendo às vezes produtos conscientes de que não são os mais adequados para o cliente, mas infelizmente têm de cumprir ordens senão perdem o emprego. Aí, perguntam: O que fazer? Por outro lado, há líderes que dizem que a função do vendedor é vender, pois por ocasião da contratação desse profissional já fica clara a sua tarefa. Portanto, não aceitam desculpas e choradeiras pelas dificuldades de vendas e o não cumprimento das metas.

Realmente, isso acontece com freqüência no dia-a-dia de muitas empresas. Mas daquelas que não conseguem manter clientes e nem vendedores qualificados, pois o profissional que se preza tem consciência de que sua função na verdade é vender, porém com qualidade. E o que é vender com qualidade? É aí onde está o xis do problema, porque vender por vender é agir como um eterno apagador de incêndio. E, lamentavelmente, o mercado está cheio de bombeiros, que conquistam e perdem clientes todos os dias, até quando não for mais possível se manter assim.

Somente a venda de qualidade é que vai garantir a manutenção de um cliente, pois ela visa em primeiro lugar à satisfação dele em sua plenitude. Um cliente só volta a fazer novos negócios com empresas onde são bem-sucedidos e muitas vezes isso não acontece. Portanto, vender bem não significa necessariamente vender com qualidade e em muitos casos grandes volumes de vendas contribuem para a baixa qualidade do negócio e perda de clientes. É lógico que o ideal é vender bem e com qualidade, mas, para isso, antes de se pensar só no ótimo, como altas vendas, deve-se fazer o bom - manter clientes satisfeitos.

A meta de venda deve existir? Não há dúvida que sim, pois se não houver tanto a empresa como o vendedor ficam sem rumo, não podendo fazer um planejamento de trabalho para alcançar os seus objetivos. Entretanto, para se estabelecer metas alguns fatores devem ser levados em consideração, como: conhecimento do potencial do mercado, concorrência, perfil do cliente, sazonalidade, conhecimento do produto, qualidade, rotatividade, capacitação do vendedor, divulgação e aceitação do produto, entre outros. Mas a meta não pode ser superdimensionada como acontece com freqüência. Deve ser sim arrojada, mas exeqüível. E, ainda, o vendedor profissional deve estabelecer a sua meta particular, sempre um pouco acima da estipulada pela empresa, a fim de não se limitar a fazer somente aquilo que lhe foi determinado.

Metas muito altas, acima da capacidade do mercado e do vendedor, realmente favorecem a realização de vendas malfeitas, sobretudo quando o profissional é passivo, aceitando tudo que lhe é imposto com medo de perder o emprego. Ora, de qualquer maneira, a tendência é que ele perca o emprego naturalmente ou então seja forçado a mudar de empresa, pois sempre irá se sentir incapaz de vender altos volumes, além de empurrar produtos que não satisfazem as necessidades dos clientes. Por agir dessa forma, a empresa também cria um ciclo vicioso, conquistando e perdendo clientes constantemente, não conseguindo manter uma carteira sólida e de longa duração. Como o mercado não é chiclete, vai chegar um momento que não há mais clientes para ser conquistado.

O vendedor profissional é consciente e conhecedor de todos os fatores que favorecem o bom desempenho do seu trabalho. Se a meta está sempre além de suas possibilidades, ele é capaz de argumentar junto à empresa, já que preza pela marca que criou e levou anos para se consolidar no mercado, que são o seu nome e credibilidade. Ele é incapaz de jogar isso fora, simplesmente agindo de má fé com o seu maior patrimônio - o cliente - vendendo-lhe algo que ao invés de solucionar irá é criar mais problemas.

A conquista e manutenção de clientes dependem de vários fatores, mas sempre gosto de ressaltar três que são de vital importância e que o profissional de vendas jamais pode esquecer. COMPETÊNCIA, PROFISSIONALISMO, e MOTIVAÇÃO. Metas inatingíveis, por exemplo, terão como conseqüência natural a falta de motivação, a qual suga toda a energia que seria usada nas ações de vendas com entusiasmo e vontade de realizá-las. Por mais competente que seja o profissional, mas se estiver desmotivado dificilmente terá bons resultados. E em vendas não é diferente; só será bem-sucedido aquele que é competente e motivado.

Não concordo com a desculpa da pressão de metas altas para agir com falta de profissionalismo, porque se a empresa não é ética, também não conseguirá manter nos seus quadros de colaboradores vendedores éticos. Toda empresa é o retrato do seu líder. E vendedores profissionais são capazes de perceber facilmente se estão trabalhando para empresas sérias ou não e não colocam o seu nome e credibilidade em jogo, pois são conscientes de que aquilo que levou anos para construir é destruído em questão de minutos, basta fazer um negócio malfeito com cada cliente.

Prêmio Estilo Mulher 2017

O Prêmio Estilo Mulher foi  idealizado pela querida Darci Martins da TV Tudo Web que já vem realizando este prêmio há cinco anos eng...