quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Lançamento da coletânea do mutirão cultural da União Brasileira de Escritores- UBE



Dia 26/11/2013 foi realizado o lançamento da primeira edição da coletânea do mutirão cultural da União Brasileira de Escritores- UBE.
Com um sarau intimista e um clima descontraído, os autores se encontraram para celebrar esta primeira edição que será com certeza a primeira de muitas.
No meio do evento tivemos uma enorme surpresa a presença de João Meireles Câmara que mesmo com a saúde debilitada fez questão de nos honrar com sua presença.
O livro foi idealizado por Armando Taminato ( in memorian) e Sueli Carlos ambos voluntários e idealizadores do mutirão cultural, que  trouxeram a oratória a vida de muitos inclusive a minha.
Este livro é a junção de sonhos, conquistas e amizade.


"Aquele que tem inteligência para criar uma boa ideia, deve ter inteligência para divulga-la o mais breve e em menor espaço de tempo possível." João Meirelles Câmara



Sueli Carlos


Alguns dos Autores Reunidos

Carlos Frydman 

João Meireles Câmara
.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Palestra Gratuita: Toque Quântico



Descubra o poder desta incrível técnica curadora!

dia 28 de novembro (quinta-feira)
das 20h às 22h

Entrada franca!

com a psicóloga Cecília de Lillo

É uma técnica de cura energética/vibracional. Toda cura é auto-cura. Ninguém pode realmente "curar" alguém. A técnica é feita através da meditação, respiração, força vital do Amor e intenção.

Através da intenção, meditação, respiração e a força vital do Amor, o terapeuta eleva seu campo vibracional e trazendo junto a pessoa, entram em ressonância e sincronicidade.Pode ser usado praticamente em tudo.

Para qualquer tipo de desconforto, físico, mental, emocional, espiritual.Venha e conheça muito mais!

Faça sua inscrição (11) 2942-0149 contato@institutoevoluir.com.br


Alguns benefícios:
- Rápida recuperação de lesões desportivas;
- Aceleração da cicatrização;
- Curando dores de cabeça;
- Impulsionar o sistema imunológico;
- Recuperação pós-cirúrgica;
- Problemas emocionais.
profissional:

 Cecília de Lillo

endereço
Rua Fernandes Pinheiro, 295
CEP 03308-060
São Paulo - SP
Brasil

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

COMO DESENVOLVER A AUTO-ESTIMA


Auto-estima é o valor físico e emocional que você dá a si mesmo. Ter auto-estima significa sentir-se alguém de valor e capaz de enfrentar desafios, perseguir objetivos e desenvolver soluções. Quanto maior a auto - estima, mais facilidade terá a pessoa em lidar com perdas, sofrimentos e desafios. Pessoas dotadas de nível saudável de auto-estima também se sentem inseguras ou sem esperança em determinados momentos, mas vencem facilmente esta fase. Elas recuperam o foco positivo da vida com maior rapidez.

Pessoas com nível de auto-estima pequeno receberam muitos estímulos negativos na fase de crescimento. Pais e professores bombardeiam a auto-estima dos jovens: “ você nunca vai ser nada na vida”, “ você não presta para nada mesmo ”, “ o filho do vizinho é melhor ”, “ seu irmão faz melhor ”. Dessa forma uma pessoa adulta não terá auto-estima em bom nível. Faça o que fizer, nunca se achará boa o suficiente. 

Três necessidades básicas não são sustentadas quando somos depreciados: ser notado ( = ser reconhecido ), ser aceito e ser amado. A satisfação destas necessidades básicas na infância causa grande impacto na maneira de ser do adulto e se não forem supridas, ele passará a vida tentando satisfazê-las, fazendo com que os outros lhe dêem atenção e o ajudem. Não obtendo o que deseja, terá sua auto-estima. 

As vezes não é a forma de dizer dos pais que prejudica a auto-estima, mas o modo como nós mesmos interpretamos os fatos da vida. Você pode ter sempre ouvido: “filho você é ótimo”, aí vai estudar e se dá mal. Sentir-se-á um fracassado, sem competência, um “burro”. A pessoa com auto-estima baixa não consegue enxergar suas qualidades e potencial, por isso é pouco criativa, insegura, dependente dos outros, tem pouca iniciativa, nos casos piores medos injustificados, timidez extrema e complexo de inferioridade. Em outros casos é perfeccionista, obsessiva, tensa, porque não aceita fazer as coisas se não for com perfeição, afinal precisa compensar o dito na infância: “você nunca faz nada certo!” 

Não existe fórmula milagrosa para desenvolver a auto-estima, mas uma série de recomendações que se aplicadas em conjunto, ajudarão você a vencer o derrotismo. Sugestões para desenvolver a auto-estima: 


Não se auto castigar quando ouvir coisas ruins a seu respeito. 
Saber administrar os altos (elogios) e baixos ( críticas) sem entrar em depressão. 
Saber gostar de si e apreciar a vida, mesmo que receba críticas fortes. 
Evitar crenças do tipo: “por mais que me esforce nunca serei tão bom”, “toda felicidade dura pouco”, “ não vale a pena se esforçar, sempre terá alguém melhor que eu”. 
Estabelecer metas de vida no campo da auto-estima para melhorar a qualidade do relacionamento consigo mesmo e com os outros. Busque ajuda em livros, cursos, palestras e terapias. 
Procure se conhecer melhor: analise porque sua auto-estima anda tão baixa; procure identificar objetivamente onde estão as causas específicas dos seus problemas, depois tente trabalhar as mesmas. Descobrir as causas é meio caminho para as soluções. O auto-conhecimento e a ajuda da psicologia permitirão identificar duas pessoas em você: a que você imagina ser e a que você é de fato mas está fraco para assumir. 
Procure substituir sentimentos de inferioridade por idéias positivas. Imagens negativas e idéias de auto - depreciação ficaram registradas em seu inconsciente. Você precisa estimular idéias construtivas ao seu próprio respeito. Procure se lembrar de fatos bons de sua vida quando surgirem os pensamentos negativos, isto elevará sua auto-estima. 
Vença o círculo vicioso do fracasso: 

1º.) Sua auto-imagem e estima estão afetadas (“Sou um fracasso”); 
2º.) Acontecimentos indesejáveis ocorrem na vida: (não ser reconhecido, perder o emprego, etc:); 
3º.) Tais acontecimentos reforçam a idéia de que é “um fracassado”; 
4º.) Surge o medo de fracassar; 
5º.) Você fracassa de tanto pensar nisto; 
6º.) Sua auto-imagem e estima ficam mais prejudicados, reiniciando o ciclo. 

Procure lidar adequadamente com a auto - aceitação (reconhecer defeitos), autovalorização (acreditar que é importante), autopercepção (identificar as emoções prejudiciais), auto-estímulo (reforçar-se com carinho, recompensas), auto direcionamento (traçar rumos) e autodeterminação (querer chegar-lá).

Auto-estima é o valor físico e emocional que você dá a si mesmo. Ter auto-estima significa sentir-se alguém de valor e capaz de enfrentar desafios, perseguir objetivos e desenvolver soluções. Quanto maior a auto - estima, mais facilidade terá a pessoa em lidar com perdas, sofrimentos e desafios. Pessoas dotadas de nível saudável de auto-estima também se sentem inseguras ou sem esperança em determinados momentos, mas vencem facilmente esta fase. Elas recuperam o foco positivo da vida com maior rapidez.

Pessoas com nível de auto-estima pequeno receberam muitos estímulos negativos na fase de crescimento. Pais e professores bombardeiam a auto-estima dos jovens: “ você nunca vai ser nada na vida”, “ você não presta para nada mesmo ”, “ o filho do vizinho é melhor ”, “ seu irmão faz melhor ”. Dessa forma uma pessoa adulta não terá auto-estima em bom nível. Faça o que fizer, nunca se achará boa o suficiente. 

Três necessidades básicas não são sustentadas quando somos depreciados: ser notado ( = ser reconhecido ), ser aceito e ser amado. A satisfação destas necessidades básicas na infância causa grande impacto na maneira de ser do adulto e se não forem supridas, ele passará a vida tentando satisfazê-las, fazendo com que os outros lhe dêem atenção e o ajudem. Não obtendo o que deseja, terá sua auto-estima. 

As vezes não é a forma de dizer dos pais que prejudica a auto-estima, mas o modo como nós mesmos interpretamos os fatos da vida. Você pode ter sempre ouvido: “filho você é ótimo”, aí vai estudar e se dá mal. Sentir-se-á um fracassado, sem competência, um “burro”. A pessoa com auto-estima baixa não consegue enxergar suas qualidades e potencial, por isso é pouco criativa, insegura, dependente dos outros, tem pouca iniciativa, nos casos piores medos injustificados, timidez extrema e complexo de inferioridade. Em outros casos é perfeccionista, obsessiva, tensa, porque não aceita fazer as coisas se não for com perfeição, afinal precisa compensar o dito na infância: “você nunca faz nada certo!” 

Não existe fórmula milagrosa para desenvolver a auto-estima, mas uma série de recomendações que se aplicadas em conjunto, ajudarão você a vencer o derrotismo. Sugestões para desenvolver a auto-estima: 


Não se autocastigar quando ouvir coisas ruins a seu respeito. 
Saber administrar os altos (elogios) e baixos ( críticas) sem entrar em depressão. 
Saber gostar de si e apreciar a vida, mesmo que receba críticas fortes. 
Evitar crenças do tipo: “por mais que me esforce nunca serei tão bom”, “toda felicidade dura pouco”, “ não vale a pena se esforçar, sempre terá alguém melhor que eu”. 
Estabelecer metas de vida no campo da auto-estima para melhorar a qualidade do relacionamento consigo mesmo e com os outros. Busque ajuda em livros, cursos, palestras e terapias. 
Procure se conhecer melhor: analise porque sua auto-estima anda tão baixa; procure identificar objetivamente onde estão as causas específicas dos seus problemas, depois tente trabalhar as mesmas. Descobrir as causas é meio caminho para as soluções. O auto-conhecimento e a ajuda da psicologia permitirão identificar duas pessoas em você: a que você imagina ser e a que você é de fato mas está fraco para assumir. 
Procure substituir sentimentos de inferioridade por idéias positivas. Imagens negativas e idéias de auto - depreciação ficaram registradas em seu inconsciente. Você precisa estimular idéias construtivas ao seu próprio respeito. Procure se lembrar de fatos bons de sua vida quando surgirem os pensamentos negativos, isto elevará sua auto-estima. 
Vença o círculo vicioso do fracasso: 

1º.) Sua auto-imagem e estima estão afetadas (“Sou um fracasso”); 
2º.) Acontecimentos indesejáveis ocorrem na vida: (não ser reconhecido, perder o emprego, etc:); 
3º.) Tais acontecimentos reforçam a idéia de que é “um fracassado”; 
4º.) Surge o medo de fracassar; 
5º.) Você fracassa de tanto pensar nisto; 
6º.) Sua auto-imagem e estima ficam mais prejudicados, reiniciando o ciclo. 

Procure lidar adequadamente com a auto - aceitação (reconhecer defeitos), autovalorização (acreditar que é importante), autopercepção (identificar as emoções prejudiciais), auto-estímulo (reforçar-se com carinho, recompensas), autodirecionamento (traçar rumos) e autodeterminação (querer chegar-lá).
Auto-estima é o valor físico e emocional que você dá a si mesmo. Ter auto-estima significa sentir-se alguém de valor e capaz de enfrentar desafios, perseguir objetivos e desenvolver soluções. Quanto maior a auto - estima, mais facilidade terá a pessoa em lidar com perdas, sofrimentos e desafios. Pessoas dotadas de nível saudável de auto-estima também se sentem inseguras ou sem esperança em determinados momentos, mas vencem facilmente esta fase. Elas recuperam o foco positivo da vida com maior rapidez.

Pessoas com nível de auto-estima pequeno receberam muitos estímulos negativos na fase de crescimento. Pais e professores bombardeiam a auto-estima dos jovens: “ você nunca vai ser nada na vida”, “ você não presta para nada mesmo ”, “ o filho do vizinho é melhor ”, “ seu irmão faz melhor ”. Dessa forma uma pessoa adulta não terá auto-estima em bom nível. Faça o que fizer, nunca se achará boa o suficiente. 

Três necessidades básicas não são sustentadas quando somos depreciados: ser notado ( = ser reconhecido ), ser aceito e ser amado. A satisfação destas necessidades básicas na infância causa grande impacto na maneira de ser do adulto e se não forem supridas, ele passará a vida tentando satisfazê-las, fazendo com que os outros lhe dêem atenção e o ajudem. Não obtendo o que deseja, terá sua auto-estima. 

As vezes não é a forma de dizer dos pais que prejudica a auto-estima, mas o modo como nós mesmos interpretamos os fatos da vida. Você pode ter sempre ouvido: “filho você é ótimo”, aí vai estudar e se dá mal. Sentir-se-á um fracassado, sem competência, um “burro”. A pessoa com auto-estima baixa não consegue enxergar suas qualidades e potencial, por isso é pouco criativa, insegura, dependente dos outros, tem pouca iniciativa, nos casos piores medos injustificados, timidez extrema e complexo de inferioridade. Em outros casos é perfeccionista, obsessiva, tensa, porque não aceita fazer as coisas se não for com perfeição, afinal precisa compensar o dito na infância: “você nunca faz nada certo!” 

Não existe fórmula milagrosa para desenvolver a auto-estima, mas uma série de recomendações que se aplicadas em conjunto, ajudarão você a vencer o derrotismo. Sugestões para desenvolver a auto-estima: 


Não se autocastigar quando ouvir coisas ruins a seu respeito. 
Saber administrar os altos (elogios) e baixos ( críticas) sem entrar em depressão. 
Saber gostar de si e apreciar a vida, mesmo que receba críticas fortes. 
Evitar crenças do tipo: “por mais que me esforce nunca serei tão bom”, “toda felicidade dura pouco”, “ não vale a pena se esforçar, sempre terá alguém melhor que eu”. 
Estabelecer metas de vida no campo da auto-estima para melhorar a qualidade do relacionamento consigo mesmo e com os outros. Busque ajuda em livros, cursos, palestras e terapias. 
Procure se conhecer melhor: analise porque sua auto-estima anda tão baixa; procure identificar objetivamente onde estão as causas específicas dos seus problemas, depois tente trabalhar as mesmas. Descobrir as causas é meio caminho para as soluções. O auto-conhecimento e a ajuda da psicologia permitirão identificar duas pessoas em você: a que você imagina ser e a que você é de fato mas está fraco para assumir. 
Procure substituir sentimentos de inferioridade por idéias positivas. Imagens negativas e idéias de auto - depreciação ficaram registradas em seu inconsciente. Você precisa estimular idéias construtivas ao seu próprio respeito. Procure se lembrar de fatos bons de sua vida quando surgirem os pensamentos negativos, isto elevará sua auto-estima. 
Vença o círculo vicioso do fracasso: 

1º.) Sua auto-imagem e estima estão afetadas (“Sou um fracasso”); 
2º.) Acontecimentos indesejáveis ocorrem na vida: (não ser reconhecido, perder o emprego, etc:); 
3º.) Tais acontecimentos reforçam a idéia de que é “um fracassado”; 
4º.) Surge o medo de fracassar; 
5º.) Você fracassa de tanto pensar nisto; 
6º.) Sua auto-imagem e estima ficam mais prejudicados, reiniciando o ciclo. 

Procure lidar adequadamente com a auto - aceitação (reconhecer defeitos), autovalorização (acreditar que é importante), autopercepção (identificar as emoções prejudiciais), auto-estímulo (reforçar-se com carinho, recompensas), autodirecionamento (traçar rumos) e autodeterminação (querer chegar-lá).

Texto de Flávio Pereira, psicólogo, Cérebro & Comunicação – Desenvolvimento Pessoal.

COMO CONQUISTAR E ENCANTAR CLIENTES


Criar uma cultura de qualidade no atendimento.

Todos na empresa devem entender que trabalham para o cliente, aquele que paga as contas, os salários e que é a razão da nossa existência. Devem entender que o cliente bem atendido volta sempre e que isto representa tudo que uma empresa deseja. 

Comprometimento de cima para baixo e vice-versa. 

Diretores, gerentes e funcionários devem estar unidos no programa de atendimento a clientes. A diretoria decide implantar o programa de qualidade no atendimento e os funcionários transformam em realidade. 

Delegação de poder. 

Dentro do bom senso todos devem ter autonomia para agir. Os funcionários devem ter liberdade de tomar decisões. Não precisam a todo instante procurar pelo gerente cada vez que um cliente precisa de algo diferente do comum. Mantenha as normas flexíveis, pois cada cliente é uma pessoa e cada situação difere da outra. É como se diz: "cada caso é um caso." 

Treinamento. 

Treinar e retreinar este é o segredo do sucesso. Treinar através de cursos, e palestras. O treinamento deve ser regular. Pouco adianta treinar alguém agora e daqui a dois anos fazer um novo treinamento. As pessoas esquecem o que aprendem, novos procedimentos são adotados pela empresa, as mudanças são contínuas, por isto contínuo deve ser o treinamento. Funcionários devidamente treinados erram menos na fabricação de produtos e na prestação de serviços. Também ocorrem menos reclamações por parte dos clientes e todos ganham. 

Informe o cliente. 

Mantenha o cliente informado de todas as políticas da empresa, lançamentos de produtos, inovações nos serviços. Promova cursos, palestras, oficinas, encontros informais, afim de educar o cliente. Muitos clientes fazem coisas erradas porque não sabem como lidar com o produto ou serviço. Veja o caso dos manuais de produtos, muitos deles são de difícil compreensão. O Cliente acaba usando de modo errado o produto, ocorrem problemas e as reclamações aparecem, tudo porque o cliente foi mal informado.

Mantenha porta aberta para as reclamações. 

Seja o advogado do cliente. Trate-o sempre com diplomacia, educação, mesmo que ele esteja irado. Um cliente que reclama quer ser ouvido. É preciso muito treinamento para lidar com reclamações. Pessoas que fazem contato direto com o cliente, precisam treinamento especial, contínuo. Geralmente ficam estressadas e não conseguem aplicar seu melhor julgamento. De nada adianta manter a porta aberta para reclamações se o pessoal que atende não está habilitado para lidar com situações embaraçosas. 

Mantenha estatísticas sobre as reclamações. 

Faça isto para ter controle da situação. Reclamações envolvem diretamente a perda de clientes. Perder clientes significa perder faturamento. Conhecendo as reclamações mais freqüentes você pode resolvê-las e eliminá-las. 

Transforme problemas e reclamações em novas vendas. 

Agradeça ao cliente por trazer o problema. Diga-lhe que sua crítica vai ser útil para melhorar a qualidade dos serviços ou produtos. O cliente vai apreciar seu interesse, vai se sentir um colaborador, o "pai da criança". Ele sairá contando para todos como você resolveu o problema com a ajuda dele. Desta forma você mantém o cliente e faz novas vendas. 

Faça pesquisas para saber a opinião do cliente. 

Converse com o cliente, peça sugestões. Descubra o que os clientes querem, precisam, esperam e forneça a eles. Telefone para o cliente. Quando recebê-lo, convide-o para tomar um cafezinho e aos poucos vá extraindo as informações que precisa. As pessoas gostam de dar opiniões. O cliente ao perceber que está sendo valorizado continuará a fazer negócios com você e o recomendará aos amigos. 

Faça pesquisa com os "clientes internos".

"Clientes internos" são os funcionários. Entreviste-os, peça para preencherem questionários e apresentarem suas opiniões. Quem está com a "mão na massa" diariamente, acaba tendo idéias importantes para melhorar a qualidade. Faça com que seus funcionários sintam que a diretoria da empresa é aberta a sugestões e que ninguém vai ser censurado por isto. Isto faz com que eles sintam que são importantes, assim vão trabalhar com mais empenho. Estimule-os a darem sugestões recompensando aqueles que dão idéias práticas e funcionais. Aqueles que dão idéias que não podem ser viabilizadas também merecem recompensas, pois estão trabalhando da mesma forma. 

Trate os funcionários como clientes. 

Os funcionários são a primeira linha de clientes. Sem eles a empresa nem começa a funcionar. Trate-os com todo respeito. Dê-lhes qualidade de vida cuidando do conforto do local de trabalho. Pague o treinamento, recompense-os por trabalhos extras, dê-lhes estímulos e apoio. Reconheça seus resultados com elogios e agradecimentos. Promova festas, celebrações, como o "chopp no último dia do mês". Abra os canais de comunicação. Estimule-os a falarem. Peça sugestões sobre cursos que gostariam de fazer. Delegue = dê autonomia. Treine-os para isto. Promova a integração dos setores. Possibilite recompensas, prêmios por desempenho : exemplo, "O funcionário do mês", pode receber ingressos para atividades de lazer, um dia livre de trabalho, etc. Faça com que eles amem sua empresa. Não deixe o clima ficar chato. Deixe seu pessoal relaxar também. Promova a semana do bom humor, uma vez por mês, fazendo rodízio de atividades divertidas. Pague bons salários ou comissões. 

Faça seus clientes externos se sentirem o máximo. 

Quanto mais importantes eles se sentirem, mais serão fiéis a empresa. Fale em tom amistoso, com fisionomia alegre, chame-os pelo nome, mantenha uma conversa paciente e interessante, deixe-os à vontade, peça para falarem de suas realizações, negócios. Peça a eles para você colocá-los na relação "vip" de clientes da empresa, de modo a se sentirem importantes. Promova-os através dos catálogos da empresa usando fotos e testemunhos deles. Todo o esforço do marketing deve mostrar a sua clientela que sua empresa se preocupa em dar o máximo de qualidade, conforto, atenção e atendimento. Deixe que saibam que você se preocupa com eles, que não os esquece. Envie cartões de agradecimento, boas festas, aniversário. 

Não prometa o que não pode cumprir. 

Estabeleça expectativas realistas. Não fale, não escreva em catálogos ou embalagens de produtos coisas que não podem ser obtidas realmente. Cuidado com a propaganda falsa. 

Dê o "algo mais".

Fazer o que todo mundo espera já não conquista mais os clientes, que estão cada vez mais exigentes. Pense em algo diferente, novo, algo que a concorrência não está oferecendo e dê ao cliente. Supere as expectativas dele. Facilite sua vida. Chama-se isto de encantamento. Quanto mais você faz para o cliente, mais difícil se torna perdê-lo. 

Encante sempre. 

Algumas pessoas têm conceitos errados, dizem: "Clientes são ilimitados. Se perder um, conseguirei outro." Não é verdade. Clientes não são fáceis de atrair. Você até pode atraí-los, mas se não encantá-los continuamente não conseguirá mantê-los. Lembre: o cliente nunca está definitivamente conquistado. A conquista se dá a cada novo contato que o cliente experimenta na empresa. Ele precisa ser encantado sempre. Por que? A concorrência pode encantá-lo, você ou algum funcionário da sua empresa pode desencantá-lo. Você deve ter percepção, imaginação, criatividade para encantar sempre. O que hoje é surpresa amanhã pode ser coisa comum. Para encantar é preciso estar sempre à frente da concorrência. 

Cultura da qualidade total. 

Quer conquistar clientes? Mostre a eles que você mantém um programa de qualidade total. 

Tenha qualidade pessoal. 

É difícil imaginar uma empresa satisfazer as exigências de qualidade total nos serviços ou produtos, sem que tenha funcionários com alto padrão de qualidade pessoal. O que é qualidade pessoal? É o comprometimento da pessoa com padrões de comportamento, hábitos, ações, pensamentos, relações interpessoais, sentimentos, comunicação, no mais alto nível. É a busca contínua da excelência. É querer melhorar sempre, a todo instante. A qualidade pessoal é a base para as outras qualidades: da equipe, do departamento, dos serviços, dos produtos, da empresa. Algumas empresas buscam a melhoria dos processos e sistemas, mas esquecem de incluir no plano estratégico treinar os funcionários para a qualidade pessoal a qual envolve: responsabilidade, iniciativa, organização, motivação, inteligência emocional, criatividade, ética, percepção, excelente apresentação pessoal e do local de trabalho, visão de futuro, empatia, coragem, auto-disciplina, autonomia, confiabilidade, cultura profissional, flexibilidade, disposição, zelo, dentre outros itens. Você deve conhecer pessoas que possuem excelente conhecimento técnico na sua área, mas são pessoas grossas ou não se comunicam direito, tem hábitos ruins, seu lado emocional vive "complicado", não são bons colegas, cooperam pouco, são egoístas. Falta-lhes qualidade pessoal. 

Trabalhar em equipe. 

É impossível oferecer qualidade total sem o trabalho de equipe. Nas empresas é normal o trabalho de grupo, onde as pessoas trabalham sem necessariamente haver harmonia e objetivos comuns, claros, existem pessoas acomodadas, panelinhas, uns acusam outros, há pouco planejamento, falta de reuniões eficazes, comunicação ineficiente, chefes autoritários; nas equipes todos trabalham com dedicação, tem iniciativa, se comunicam bem, cooperam, planejam as atividades e metas em reuniões e há um líder democrático.

Texto de Flávio Pereira, psicólogo, Cérebro & Comunicação – Desenvolvimento Pessoal.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

10 características que um grande líder deve ter.



GRANDES LÍDERES COMETEM ERROS E SE RESPONSABILIZAM POR ELE

Ser um grande líder não significa que você não possa cometer erros. Mas sim que você precisa se responsabilizar por eles e rapidamente começar a resolvê-los (ao invés de culpar o primeiro que aparece). Além disso, um grande líder aprende constantemente com esses erros, garantindo que não aconteçam novamente, atrasando a evolução da empresa.

GRANDES LÍDERES CONSEGUEM FICAR “NEUTROS”

Grandes líderes aprendem a ter controle sobre suas emoções, principalmente de nervosismo. Eles não passam insegurança, não intimidam e não tentam controlar os outros. Pelo contrário: agem como pacificadores e neutralizadores. Ao invés de aguçar, acalmam e tranquilizam.

GRANDES LÍDERES NÃO EXTERNALIZAM SEUS PROBLEMAS

Grandes líderes não expõem todos os problemas para suas equipes. Muito pelo contrário. Eles tentam poupar emoções negativas e deixar os problemas de lado. A equipe deve estar focada em soluções, e não em problemas.

GRANDES LÍDERES TÊM NÍVEIS ALTOS DE PACIÊNCIA E COMPREENSÃO

Grandes líderes permitem que os outros sejam expressivos em suas opiniões e voltados para desafios e oportunidades. Grandes líderes não estão ocupados demais para ouvir sua equipe. E sabem entender as necessidades, desejos e expectativas de cada um.

GRANDES LÍDERES PRODUZEM GRANDES LÍDERES

Líderes excelentes não se sentem ameaçados sem ter o poder e o controle total de uma situação. Eles sabem que não têm a resposta para tudo e nem precisam ter. Eles sabem como construir e incentivar outros líderes sem medo da competição ou da perda de controle.

GRANDES LÍDERES DELEGAM E SABEM QUANDO “SOLTAR”

Grandes líderes se rodeiam de pessoas que têm talentos diferentes, habilidades, estilos de comunicação e diferentes jeitos de pensar. Essas diferenças incentivam a liberdade de expressão, a criatividade, a diversidade e a mudança.

GRANDES LÍDERES TÊM UM ALTO SENSO DE PROPÓSITO

Eles realmente querem incentivar e servir, ao invés de controlar e mandar nos outros. Eles acreditam em um ambiente feliz, saudável e produtivo, onde possam ser um recurso valioso capaz de fazer outros crescerem, e fazerem o seu melhor possível.

GRANDES LÍDERES RECONHECEM E ACONSELHAM SEUS SEGUIDORES CONSTANTEMENTE

Grandes líderes dedicam tempo para conversar individualmente com cada membro de sua equipe. Não somente sobre as funções a serem bem desempenhadas, mas também sobre quem eles são e como ajudam uns aos outros dentro da empresa. Grandes líderes sabem o valor e os benefícios de reconhecer sua equipe de diferentes maneiras.

GRANDES LÍDERES TÊM INTELIGENCIA EMOCIONAL

Grandes líderes conhecem a personalidade e as habilidades necessárias para liderar, inspirar, treinar e dirigir as pessoas para o próximo nível. Eles usam inteligência emocional que permite serem assertivos e conseguirem seus objetivos de maneira mais eficiente.

GRANDES LÍDERES SÃO AUTÊNTICOS E HONESTOS

Grandes líderes sabem o impacto e o valor da honestidade e da autenticidade. Eles estão 100% envolvidos com coração, mente e alma. Eles querem fazer uma diferença positiva com sua equipe.

Veja que para ser um grande líder, não é preciso grandes atos de heroísmo. Nem é preciso mágica ou milagres. Basta que você esteja comprometido com você, com sua profissão, com sua equipe e com sua empresa. E que seu objetivo seja, acima de tudo, ajudar cada um a ser melhor.

Com estas 10 características, você pode agora analisar quais precisam ser mais desenvolvidas. Lembre-se: o poder de ser um grande líder está, acima de tudo, em suas mãos.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Grupo Escoteiro Macuxi!

Normalmente eu venho aqui falando de trabalho, cursos tudo relacionado há nossa vida profissional.
Mas não podemos esquecer que por trás de um perfil empreendedor, guerreiro que sempre está atrás de seus objetivos, existe um ser humano, um pai, uma mãe, alguém que espera algo melhor deste mundo.
Bem quero falar neste momento de um trabalho que tem enchido meu coração de alegria , que é o escotismo.
Meus filhos ingressaram neste movimento e agora eu também faço parte como voluntária.
Sei que nossa vida é corrida mas fazer algo por alguém não tem preço.
Esquecemos um pouca a agitação da semana, por momentos agradáveis que só nos faz bem.

Confiram as matérias que saíram sobre o nosso grupo.







Academia Visite São Paulo Oferece Cursos Gratuitos.


                     Academia Visite São Paulo

A Academia Visite São Paulo é um programa de capacitação que já ultrapassou mais de 4000 profissionais capacitados.
Os treinamentos chegaram aos taxistas, frentistas, motoristas de ônibus fretados e outros atuantes envolvidos com a prática de bem receber o turista.
Hotéis também fazem parte deste programa, integrando vários módulos ao longo de cada ano que fornecem subsídios para o bom relacionamento com os visitantes.
A marca registrada de São Paulo é ser acolhedora aos seus visitantes. E a Academia Visite São Paulo é uma ação fundamental de preparação para um atendimento cada vez mais qualificado.
A academia oferece vários cursos Gratuitos que atendem a necessidade de empresas e profissionais que trabalham com o turismo em nossa cidade!
A agenda final de trimestre traz cursos interessantes, Veja abaixo.

O bem receber exige cada vez mais compreensão do exercício das atividades de Turismo e Hospitalidade, de modo a formar competências necessárias para uma performance de excelência. Daí ser fundamental uma visão dos princípios modernos da gestão empresarial e sua aplicabilidade nos negócios ligados ao acolhimento do visitante. O ambiente de marketing e a marca do destino e de seus produtos turísticos requerem criatividade e inovação no planejamento e definição de ações estratégicas para valorizar as experiências da acolhida e encarar os desafios do setor de prestação de serviços.

Local: Universidade Anhembi Morumbi - Campus Vila Olímpia Auditório 501 - C 
Horário: 14:00 às 18:00 
Valor para associados SPCVB / estudantes: GRATUITO 
Valor para não-associados: GRATUITO


O panorama do Turismo e Hospitalidade em São Paulo mostra uma teia complexa de elementos técnico-profissionais, estando a exigir compreensão do exercício da atividade e competências para um alto desempenho. Os profissionais dos serviços receptivos e serviços urbanos de apoio ao visitante precisam compreender a importância da história e patrimônio da cidade no contexto das necessidades dos visitantes e residentes que esperam qualidade ao vivenciar atividades de turismo e lazer.

Local: Universidade Anhembi Morumbi - Campus Vila Olímpia 
Horário: 14:00 às 18:00 
Valor para associados SPCVB / estudantes: GRATUITO 
Valor para não-associados: GRATUITO


Estruturar uma cidade como destino turístico requer a capacitação dos profissionais dos serviços de recepção e atendimento urbano de apoio ao visitante sobre os valores históricos que moldam uma cultura receptora, assim como sobre técnicas de marketing de serviços e relacionamento com turistas e moradores. A combinação de tais conhecimentos favorece o exercício de suas atividades com reconhecimento e alto desempenho.

Local: Universidade Anhembi Morumbi - Campus Vila Olímpia 
Horário: 14:00 às 18:00 
Valor para associados SPCVB / estudantes: GRATUITO 
Valor para não-associados: GRATUITO

Como parte do seu plano de capacitar continuamente os profissionais de eventos e turismo, o SPCVB se une à Câmara de Comércio Árabe Brasileira e dá início a uma série de palestras com o tema Hábitos e Culturas dos Países Árabes. O objetivo é levar ao conhecimento do mercado as principais características sociais, religiosas e culturais das populações árabes, para saber receber bem os turistas provenientes destes países.

A Câmara representa 22 nações da região. E tendo em vista as diferenças, acentuadas entre as culturas brasileiras e árabe, trata-se de um tema de extrema relevância que abre caminhos para novas oportunidades de negócios.

As palestras destinam-se principalmente aos profissionais de atendimento dos hotéis, agências de viagens, bares e restaurantes.





Local: Auditório - Câmara de Comércio Árabe Brasileira - Av. Paulista, 326 - 11º andar - Bairro: Bela Vista - São Paulo/SP CEP: 01310-902 
Horário: 15h00 às 17h30 
Valor para associados SPCVB / estudantes: GRATUITO 
Valor para não-associados: GRATUITO
Dr. Michel Alaby 
Palestrante: Dr. Michel Alaby

terça-feira, 27 de agosto de 2013

10 razões para se ter um site.



Ter um bom website se tornou indispensável para empresas de todos os tamanhos. Essa ferramenta possibilita comunicação junto ao seu cliente sobre os seus produtos e serviços, apresentando seus diferenciais.




Mas não basta ter um site "bonitinho" e esperar que chova clientes! Pelo contrário, ter um site na internet é apenas o primeiro passo para a empresa que está "engatinhando" no mundo virtual. É o começo de muito trabalho para que essa ferramenta seja utilizada de forma inteligente, que possa corresponder positivamente ao tempo e dinheiro investidos.



Cerca de 95% das empresas que atualmente estão na internet não obtêm o sucesso esperado. Por quê? Simples: quem o produziu não pensou no público alvo do site, pensou apenas no "design" da página.



Antes de começar a desenvolver o seu site, é necessário saber o que seus clientes querem quando entram em seu site, é necessário satisfazê-los, cativá-los para que se sintam seguros em relação a sua empresa, e percebam os valores que a destacam no mercado.



Existem pelo menos 10 motivos para você ter um bom website:



1. O seu Negócio aberto 24 horas do dia, durante os 365 dias do ano



Ao contrário do seu escritório ou loja, que tem um horário de funcionamento, o seu site está acessível 24 horas por dia, 365 dias por ano. Os seus clientes podem preferir informarem-se sobre o seu negócio, produtos ou serviços fora do horário de expediente ou durante os fins de semana. Por isso, ter um site na Internet cria mais oportunidade de negócio.



2. Apresente uma imagem profissional



Para um pequeno negócio, um site de Internet bem construído é uma excelente maneira de induzir confiança e aparentar ser maior do que na realidade é o seu negócio. Atualmente, os seus clientes presumem que já tenha um site na Internet. Atualmente, os seus concorrentes mais diretos provavelmente já têm um site na Internet. Se assim for, acompanhe a tendência sem perder o foco e estruture seu website de maneira a ser/parecer melhor que o da concorrência, buscando chamar a atenção de seus diferenciais competitivos/posicionamento.



3. Desenvolva um marketing mais eficiente



Ao invés de investir alto para divulgar os seus produtos e serviços na mídia tradicional, você poderá criar anúncios mais econômicos, e que façam referência ao seu site. Assim, no seu site, você detalha ainda mais as características do seu produto ou serviço, e pode aproveitar para divulgar outros produtos ou serviços afins.



4. O seu catálogo ou portfólio pode ser alterado a qualquer momento



Um site de Internet é mais fácil, econômico e rápido de alterar que o material impresso. As suas capacidades são quase ilimitadas e permitem fornecer mais e melhor informação aos seus clientes. Seu website também poupará dinheiro em custos de impressão e distribuição.



5. Alcance novos mercados com uma audiência global



Na Internet o seu mercado já não é apenas o local. Passa a ter o potencial para ser visto por milhares/milhões de potenciais novos clientes em todo o globo. Alguma vez imaginou que o seu negócio teria a possibilidade de alcançar um mercado global? Pois com um bom site de Internet você pode. Sem dúvida, um website é a forma mais econômica de negociar no âmbito nacional ou internacional.



6. Melhore o serviço ao cliente



Ao fornecer resposta a questões no seu website, vendas e pedidos de informação podem ser processados de forma automática e imediata, quer você tenha alguém no escritório ou não. Formulários online podem ser utilizados para permitir aos seus clientes o pedido de orçamentos ou informações adicionais. Poupe nos custos permitindo que possam fazer o download de propostas e outros documentos importantes.



7. Venda os seus produtos



Por que pagar aluguel, luz e todos os outros custos inerentes às instalações físicas de uma loja? Vender por meio de um website é muito mais barato e é uma excelente maneira de complementar o seu negócio já existente.



8. Promova os seus serviços



Consultórios, imobiliárias, contadores, fotógrafos, advocacias e todos os negócios orientados para os serviços devem anunciar e apresentar as suas soluções. Milhares de possíveis clientes estão continuamente à procura de novos fornecedores, serviços melhores e mais eficientes, e redução de custos.



9. Recolha informação valiosa



Você pode obter informações importantes sobre o mercado e os seus clientes (ou potenciais clientes) por meio de formulários online. Em vez de pesquisar por essa informação, deixe que ela venha até você. Um website com interatividade é uma excelente ferramenta (em termos da relação custo-benefício) para fazer prospecção de mercado dos seus produtos e serviços.



10. Recrute funcionários e crie parcerias



Caso esteja à procura de funcionários ou de empresas que complementem os seus serviços, um website é uma excelente forma de fazer parcerias para construir e aumentar o seu negócio.



Existem serviços grátis que permitem a criação de websites simples, de modo a possibilitar qualquer pessoa fazer um site com rapidez e facilidade. Escolha um design. Personalize. Publique online instantaneamente.



Se você decidiu ter uma presença online, talvez seja uma boa ideia oferecer algumas ofertas especiais no seu website, algo que só esteja disponível online. Assim você recicla sua percepção junto aos clientes atuais e trabalha na atração de novos clientes, além de melhorar a imagem geral do seu negócio.

PSICOLOGIA DO MARKETING PESSOAL


PSICOLOGIA DO MARKETING PESSOAL


O fato de o mundo ter mudado muito nos últimos anos não quer dizer
que as boas maneiras e as regras de etiqueta caíram em desuso. Ao
contrário, essas regras continuam mais vivas do que nunca, e ainda hoje são capazes de construir uma imagem pessoal altamente positiva,
principalmente no mundo dos negócios. Elas são imprescindíveis para executivos que querem deslanchar no marketing pessoal. Por isso mesmo, antes de falarmos das regras de etiqueta e boas maneiras, é bom entender como funciona a psicologia do marketing pessoal.
Há uma propriedade natural do cérebro humano que nos cobra uma
explicação para todas as coisas que percebemos. Como é praticamente
impossível ter explicação para todas as coisas, costumamos nos socorrer de determinados "conceitos" que a sociedade admite como sendo verdades. São as chamadas "convenções".

Veja um exemplo:

ninguém vai a uma missa ou a uma solenidade
importante trajando roupa de banho, não é mesmo? Xinguem age assim
porque há uma convenção que estabelece regras a respeito de roupas
adequadas para determinadas situações. São essas convenções que
compõem a escala de valores das pessoas, grupos e sociedades.

"Convenção é tudo aquilo que é aceito —
por consentimento geral — como norma de
proceder e de agir no convívio social."

Quando você se comporta de acordo com a escala de valores de um
determinado grupo, é aceito por esse grupo. No entanto, quando não age de acordo ou quebra uma convenção, fica sujeito a interpretações que fogem ao seu controle. Você pode ser visto como pessoa de "outro grupo" e, imediatamente, afastado daquele.

"Todos os símbolos — cores, formas, comportamentos, estilos etc. —
são associados, mentalmente, a imagens predefinidas. E essas imagens,
quase sempre, são formadas a partir de 'convenções sociais' próprias
do ambiente em que vivemos."

É bom lembrar que cada um de nós se vê de acordo com a própria
consciência, segundo a nossa ótica e os nossos próprios interesses. Só que os outros nos vêem por outras óticas, por outros ângulos, e, não raro, vêem detalhes que nós sequer percebemos.
Assim sendo, o grande segredo para um bom marketing pessoal é
projetar a sua imagem através de símbolos já convencionados e que são
característicos de cada grupo social. É por isso que cultivar boas maneiras, seguindo cuidadosamente o protocolo social, é o grande segredo para ter um marketing sólido e eficiente.

Como somos "avaliados"

O resultado de tudo o que fazemos depende da maneira como nos
relacionamos com outras pessoas, de como nos apresentamos e como elas nos interpretam.Isso também vale na hora de procurar emprego ou fazer uma negociação. Afinal, não negociamos com máquinas, e sim com outras pessoas.
As pessoas nos avaliam tanto no aspecto técnico como no comportamental. A entonação de voz, a postura, o modo de sentar, de
comer, cumprimentar, tudo reflete a pessoa, tudo é avaliado.
Assim, um simples aperto de mão ou até o modo de tomar um
cafezinho, pode dizer muita coisa a seu respeito. Tudo isso é parte
integrante de um conjunto visual/comportamental que passa informações de como você é, de quem você é.
É preciso ter em mente, porém, que para causar uma boa impressão
você deve evitar atitudes artificiais que traem a si próprio e depõem contra sua integridade. Falsidade e arrogância são uma coisa; outra bem diferente é observar certas regras de comportamento e que servem ao bem comum. E essas regras são baseadas exclusivamente no bom senso.

AS GAFES

As gafes em reuniões e almoços de negócios são muito comuns, até
entre os executivos mais experientes.
A palavra "gafe" vem do francês Gaffeur, que nada mais é do que a
pessoa que comete gafe. Existem três tipos de pessoas que cometem gafes: os que assumem, os que disfarçam e os que tentam remediar.
Ao contrário do que muita gente pensa, não se deve tentar consertar
uma gafe. Gafe cometida, gafe assumida. Porque, ao tentar consertar, a
tendência é piorar a situação ainda mais.
Elas geralmente acontecem por falta de bom senso ou porque a pessoa
valoriza coisas que o outro não valoriza, ou ainda porque despreza algum detalhe que o outro valoriza demais. É por isso que afirmamos que a prudência e o bom senso são armas infalíveis para evitar as gafes.

"Se cometer uma gafe, o melhor é deixar ela passar.
Porque pior é tentar consertar."

REGRAS PARA CUMPRIMENTAR E APRESENTAR PESSOAS

As regras de etiqueta são uma espécie de código através do qual nós
informamos aos outros que somos preparados para conviver
harmoniosamente no grupo.
Essas regras tratam basicamente do comportamento social, e
englobam desde o modo de vestir-se adequadamente às diversas ocasiões, até os modos de comer, de freqüentar ambientes públicos e, principalmente, de como se relacionar com as pessoas. Por isso, vamos começar falando da etiqueta dos cumprimentos e apresentações.
Há uma regra básica para todos os tipos de apresentação: quem quer
que esteja se apresentando ou sendo apresentado, deve sorrir e olhar a
pessoa nos olhos. Seriedade e tensão não funcionam bem nas
apresentações.

Como somos "avaliados"

O resultado de tudo o que fazemos depende da maneira como nos
relacionamos com outras pessoas, de como nos apresentamos e como elas nos interpretam.Isso também vale na hora de procurar emprego ou fazer uma negociação. Afinal, não negociamos com máquinas, e sim com outras pessoas.
As pessoas nos avaliam tanto no aspecto técnico como no comportamental. A entonação de voz, a postura, o modo de sentar, de
comer, cumprimentar, tudo reflete a pessoa, tudo é avaliado.
Assim, um simples aperto de mão ou até o modo de tomar um
cafezinho, pode dizer muita coisa a seu respeito. Tudo isso é parte
integrante de um conjunto visual/comportamental que passa informações de como você é, de quem você é.
É preciso ter em mente, porém, que para causar uma boa impressão
você deve evitar atitudes artificiais que traem a si próprio e depõem contra sua integridade. Falsidade e arrogância são uma coisa; outra bem diferente é observar certas regras de comportamento e que servem ao bem comum. E essas regras são baseadas exclusivamente no bom senso.

AS GAFES

As gafes em reuniões e almoços de negócios são muito comuns, até
entre os executivos mais experientes.
A palavra "gafe" vem do francês Gaffeur, que nada mais é do que a
pessoa que comete gafe. Existem três tipos de pessoas que cometem gafes: os que assumem, os que disfarçam e os que tentam remediar.
Ao contrário do que muita gente pensa, não se deve tentar consertar
uma gafe. Gafe cometida, gafe assumida. Porque, ao tentar consertar, a
tendência é piorar a situação ainda mais.
Elas geralmente acontecem por falta de bom senso ou porque a pessoa
valoriza coisas que o outro não valoriza, ou ainda porque despreza algum detalhe que o outro valoriza demais. É por isso que afirmamos que a prudência e o bom senso são armas infalíveis para evitar as gafes.

"Se cometer uma gafe, o melhor é deixar ela passar.
Porque pior é tentar consertar."

REGRAS PARA CUMPRIMENTAR E APRESENTAR PESSOAS

As regras de etiqueta são uma espécie de código através do qual nós
informamos aos outros que somos preparados para conviver
harmoniosamente no grupo.
Essas regras tratam basicamente do comportamento social, e
englobam desde o modo de vestir-se adequadamente às diversas ocasiões, até os modos de comer, de freqüentar ambientes públicos e, principalmente, de como se relacionar com as pessoas. Por isso, vamos começar falando da etiqueta dos cumprimentos e apresentações.
Há uma regra básica para todos os tipos de apresentação: quem quer
que esteja se apresentando ou sendo apresentado, deve sorrir e olhar a
pessoa nos olhos. Seriedade e tensão não funcionam bem nas
apresentações.

Outra coisa importante que deve ser observada — tanto por homens
como por mulheres — é que o tapinha nas costas e os beijinhos devem ser evitados sempre, a menos que haja grande intimidade entre eles e a ocasião permita esse tipo de carinho.
Pode ocorrer, também, que a pessoa apresentada — por uma questão
de descortesia — não estique a mão para receber o cumprimento. O que
fazer? Se ao esticar a mão para apresentar-se a alguém, ela não retribuir
esse gesto, retire a mão mas continue a apresentação. Esta atitude é a
correta. Para apresentar alguém a um grupo, aproveite o momento em que estiverem reunidos e diga algo mais ou menos assim: "Oi, pessoal, queria apresentar a vocês a Luciana Forli, designer da Briattore, em Milão."

Saiba também que nas apresentações para um grupo estão dispensados
os apertos de mão.

Uma dúvida muito comum

Algumas pessoas ficam em dúvida na hora de apresentar o cônjuge. A
principal, é sobre a expressão a ser utilizada: se esposo, esposa... marido, mulher.
Independentemente se são casados ou não, o mais adequado é
apresentar o parceiro como meu marido, ou minha mulher. Algo do tipo:
"Olá, esta é minha mulher, Denise." E de bom tom e evita
constrangimentos.

Pergunta indiscreta

Nunca deve-se perguntar a uma mulher se ela está grávida. Se ela
realmente estiver esperando um bebê não há problema, mas se, por outro lado, ela só tiver engordado, a situação é muito constrangedora.

O APERTO DE MÃOS

O aperto de mão é uma forma de cumprimento que deve obedecer a
algumas regras de etiqueta, já que pode dizer muita coisa a respeito de uma pessoa.
Diz a etiqueta que a pessoa mais jovem não estende a mão até que a
pessoa mais velha o faça, assim como um homem também não deve
estender a mão para uma mulher. Mas se alguém nos estende a mão em
situação que esteja infringindo alguma regra de cumprimentos, não deve
ser recusado. Uma lei que deve ser respeitada por todos diz que nenhuma mão estendida pode ficar no ar.
- Para evitar gafes, e como os costumes variam de sociedade para
sociedade, o mais conveniente é um cumprimento rápido, sem força
demasiada e sem movimentos truculentos.
- Mas até com o simples aperto de mão precisamos tomar cuidado.
Isso porque, na Ásia e no Oriente Médio, não se aperta a mão quando se
cumprimenta alguém, pois isso é interpretado como um gesto agressivo.
- Já nos países islâmicos, estender a mão para uma mulher é altamente
ofensivo.
- No Japão, como em outros países asiáticos, curvar-se diante de outra
pessoa, é uma reverência que corresponde a um aperto de mão, com a
particularidade de que a pessoa de status inferior curva-se antes e mais
baixo.
- Os tailandeses e os hindus mais tradicionais também não
cumprimentam apertando a mão. Eles colocam as mãos unidas sobre o
peito e se curvam diante do outro.
Você que viaja, precisa atentar muito para estes detalhes.

Observe também:

O bom senso recomenda que devemos estar sempre atentos a
determinadas particularidades típicas de grupos e até mesmo nações. Por exemplo:

- Chamar alguém esticando o indicador curvado é, em muitos lugares,
ofensivo. Para nós brasileiros, é, no mínimo, indelicado.
- Já o sinal de OK feito com o indicador e o polegar unidos, que no
Brasil é um sinal obsceno, na maioria dos países é absolutamente natural.
- Na Bulgária, as pessoas balançam a cabeça de um lado para o outro
para dizer sim, ao invés de não.
- Tocar as pessoas com as mãos não é aconselhável se você estiver nos
Estados Unidos. Já no mundo Árabe, segurar a mão de um homem — e até andar de mãos dadas — é prova de amizade e respeito.
Mas há outros detalhes com relação à postura que devem ser
observados, veja:
- Ficar em pé, com as costas retas e o queixo erguido é a própria
imagem da autoconfiança e da ambição.
- As mãos para trás — na hora em que você não sabe o que fazer com
elas — é atitude que também passa a idéia de elegância e autoridade. Além do mais, é muito melhor do que enfiá-las no bolso.
- Cruzar os braços sobre o peito pode passar uma imagem defensiva
ou de desacordo.
- Durante uma conversa, um bom sinal de que você está interessado e
prestando atenção no que ouve, é inclinar-se ligeiramente para a frente e reagir ao que o outro disser com um leve meneio de cabeça ou um sorriso discreto.
- Olhar a outra pessoa nos olhos enquanto conversa é sinal de
interesse. Mas cuidado para não chegar ao extremo de olhar fixamente, pois isso pode denotar arrogância ou desafio.

Todas essas dicas se prestam tanto na vida social como na profissional. Vamos ver então outros cuidados que devem ser tomados:
- Bater a mão contra a de um colega que passa pelo corredor, é
aceitável. Porém, se quem passa é um cliente, um superior ou uma mulher, esse cumprimento é inadequado. Nesse caso, um "Olá! Como vai?" pega muito melhor.
- Se você vem com um grupo pela rua e percebe um amigo vindo em
sua direção para cumprimentá-lo, dita a regra que você não é obrigado a parar para apresentar todos a essa pessoa.

Você pode parar, falar rapidamente com ela, enquanto o grupo segue em frente. Quando você acabar, vá atrás deles.

AGINDO COM PRUDÊNCIA

Os executivos experientes costumam evitar as gafes apenas primando
pelo bom gosto, pela boa educação, não fazendo comentários de caráter
pessoal, principalmente quando não conhecem a pessoa que estão visitando ou negociando.
Assim sendo, para ter uma boa presença em uma reunião ou
entrevista, o ideal é colher o maior número de informações sobre a pessoa com quem se vai conversar. Então, com base nessas informações, você pode selecionar aquilo que é interessante, conveniente, pertinente.
Existem diversas maneiras de obter essas informações:

1 - Vamos imaginar que você esteja em busca de um emprego. Se for
uma consultoria de seleção de profissionais, é preciso saber como é essa
consultoria, como ela funciona etc.
2 - Se a entrevista de emprego for na própria empresa que está
contratando, então é bom ter o maior número de informações sobre essa
companhia, as pessoas que trabalham nela etc.
Pode-se conseguir isso por meio da própria consultoria que está
selecionando os candidatos, ou de pessoas que conheçam a organização.
3 - Entrar no site da empresa também funciona, pelo menos para saber
que produtos ela vende, qual é sua filosofia, sua área de atuação.
Não se deve deixar ao acaso aquela química que sempre esperamos
obter em uma entrevista ou negociação.



AGRADECENDO A ENTREVISTA

Para um executivo, é de bom tom agradecer sempre as oportunidades
que lhe são concedidas. Principalmente, é claro, agradecer a oportunidade de ter sido entrevistado para um emprego.
Esta é uma etapa geralmente esquecida, mas que pode ser decisiva
para conquistar o trabalho. Agindo assim, você estará se mostrando gentil e educado, e também manterá seu nome fresco na memória do entrevistador.

Faça assim:
1 - Envie a carta um dia após a entrevista.
2 - Confira o nome e o título do entrevistador, e esteja certo que
escreveu corretamente. Você pode até solicitar o cartão para esta finalidade, ou verificar com a secretária ou o recepcionista da empresa.
3 - Seja formal no tratamento, usando "senhor" ou "senhora". Você só
deve abdicar da formalidade se já tiver um relacionamento prévio, ou se a entrevista tiver sido descontraída e bem-sucedida. Nesses casos, o excesso de formalidade pode soar como falso.
4 - No texto, agradeça ao entrevistador pela chance concedida de você
mostrar suas características profissionais. Descreva algumas virtudes da
entrevista, como a empolgante troca de idéias e a boa oportunidade.
5 - Deixe claro que você está bastante interessado na vaga e aberto a
outras oportunidades.
6 - Acrescente algumas frases que demonstrem seu interesse. Por
exemplo: 'Fiquei satisfeito em ver a satisfação dos colaboradores na
empresa', ou 'Os números das vendas são impressionantes'.
7 - Descreva suas expectativas. Um exemplo é afirmar que vai
incorporar o espírito visionário do presidente da empresa.
8 - Finalize sua carta com os encerramentos de praxe, como
'atenciosamente', 'sinceramente' ou 'grato'.
9 - Verifique a ortografia e imprima em papel de boa qualidade.

OS CARTÕES DE VISITA

No trabalho, a etiqueta recomenda o uso de cartões de visita. É uma
postura profissional, elegante, que pode render bons contatos.
Os cartões devem ser pequenos, menores que um cartão de crédito,
discretos, porém devem fornecer várias alternativas de contato, como
telefone, endereço para correspondência, e-mail e endereço de site pessoal, se existir.
Pode-se também usar um cartão tipo quick adress (auto-adesivo que
traz seu endereço e número de telefone). Estes são mais práticos, porque podem ser colados direto na agenda da pessoa.
Nunca entregue o seu cartão no início da conversa. Eles só devem ser
entregues ao final de uma conversa, ou, antes dela, à secretária da pessoa com quem você terá uma reunião.

Com estas dicas podemos ter um bom relacionamento interpessoal.

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